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EUA devem influenciar pregão mundial

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As principais bolsas de valores mundiais devem iniciar a semana com movimentos distintos, diante de investidores atentos aos primeiros dados de atividade industrial que serão divulgados ao longo da semana. Diante deste cenário, os índices europeus sobem e o indicador futuro das bolsas norte-americanas aponta para uma abertura em campo negativo.

Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão em alta, com destaque para o Japão, com o Nikkei atingindo seu maior patamar em mais de cinco anos, puxado pela valorização das ações de empresas exportadoras. O índice Nikkei ganhou 1,47%, aos 15.360,81 unidades, nível mais alto desde dezembro de 2007.

Enquanto isso, na Europa, as bolsas operam com ganhos, à espera dos primeiros dados de atividade industrial que serão divulgados ao longo da semana. Há pouco, o CAC-40, de Paris, registrava ganhos de 0,03%, aos 4.002 pontos. E o DAX, de Frankfurt, valorizava 0,30%, aos 8.422 pontos. E o índice FTSE-100, subia 0,41%, aos 6.715 pontos.

Em Wall Street, o indicador futuro das bolsas norte-americanas aponta para uma abertura em campo negativo, diante de investidores cautelosos à espera do discurso de mais um membro do Federal Reserve (Fed, o banco dos EUA). Mas, eles também aguardam a divulgação do índice de atividade Fed Chicago de abril.

Aqui no Brasil, o Ibovespa deverá seguir em linha com o mercado externo.

E abrindo a agenda de indicadores internos, o Banco Central (BC) publicou o Boletim Focus, que na medição, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional para 2013 recuou de 3,00% para 2,98%. Já para 2014, o prognóstico do PIB permaneceu em 3,50%. Além disso, a previsão para a taxa de câmbio em 2013 subiu para R$ 2,02. Para 2014 a taxa ficou em R$ 2,06.

Entretanto, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de maio, variação de 0,01%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,28%.

Por outro lado, depois de ter crescido 7,7% em março/13, a quantidade de empresas que procurou crédito avançou ainda mais em abril/13 crescendo 3,9% na comparação mensal, conforme apurou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Na comparação com abril do ano passado, a demanda das empresas por crédito aumentou 1,4%, registrando a primeira taxa positiva neste critério de comparação após 11 meses consecutivos de quedas (entre maio/12 e março/13).

Para finalizar, o dólar deverá apresentar desvalorização em relação às demais moedas.