Produção de petróleo da Petrobras no Brasil aumentou 5,3% em outubro

A produção de petróleo da Petrobras, no Brasil, em outubro, atingiu 1 milhão 940 mil barris por dia. Esse volume corresponde a um aumento de 5,3% em relação a setembro. A produção de gás natural dos campos brasileiros, sem liquefeito, alcançou 62 milhões 425 mil metros cúbicos por dia, volume 3,5% acima do produzido em setembro.

A produção total de petróleo e gás natural da companhia, que engloba os campos no Brasil e no exterior, atingiu, em outubro, a média de 2 milhões 581 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). Esse volume foi 4,4% maior que o produzido em setembro.

Os campos localizados no Brasil produziram 2 milhões 332 mil barris de óleo equivalente de petróleo e gás, indicando um aumento de 5% na comparação com o mês anterior. Esse aumento de produção ocorreu mesmo com a parada programada para manutenção das plataformas P-7, P-43 e do FPSO Cidade de Vitória. Ele resultou, principalmente, do retorno à operação de outras unidades que estavam em manutenção em setembro e à entrada em produção do FPSO Cidade de Anchieta, na área denominada Parque das Baleias, no pré-sal da Bacia de Campos no Estado do Espírito Santo.

A produção total do exterior foi de 249.301 boed, correspondendo a um recuo de 0,2% em relação ao mês anterior. Desse total, 150.767 barris diários foram de petróleo, correspondendo a um aumento de 1,5% na comparação com o mês anterior, por conta da maior eficiência operacional no campo de Agbami, na Nigéria.

A produção de gás natural chegou a 16 milhões 741 mil metros cúbicos/dia, com declínio de 2,8% em relação a setembro. A diminuição ocorreu em função da menor produção de gás por conta do fechamento dos poços de Santa Cruz I e Santa Cruz II, devido a conflitos sociais na Argentina.

A produção total informada à ANP foi de 9.200.169,73 m³ de petróleo e 2.227.202,79 mil m³ de gás em outubro de 2012. Essa produção corresponde à produção total das concessões em que a Petrobras atua como operadora. Não estão incluídos os volumes do Xisto, LGN e produção de parceiros onde a Petrobras não é operadora.

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