Europa e EUA contribuem para volatilidade do Ibovespa 

Nesta quinta-feira, o Ibovespa opera com certa volatilidade influenciado por dados da Europa e Estados Unidos.  Há pouco, o Ibovespa desvalorizava 0,08%, aos 62.960 pontos, com giro financeiro de R$ 2.630 bilhões.

Segundo Pedro Galdi, hoje o mercado está bipolar por conta das preocupações envolvendo a Espanha.

Hoje a Espanha teve que oferecer juros em alta, mas abaixo da barreira psicológica de 6%, para emitir títulos a 10 anos, em operações a dois e 10 anos nas quais captou € 2,541 bilhões, resultado acima da meta inicial.

Já a França colocou nesta quinta-feira € 7,973 bilhões em obrigações em cinco anos, mas com juros levemente superiores ao registrado na última emissão de março, no último leilão antes do primeiro turno das eleições presidenciais.

Em Wall Street, destaque para a agenda que trouxe indicadores mistos. “Na minha opinião o mais importante do dia é o de antecedentes que veio positivo”, disse Pedro. O índice de indicadores antecedentes econômicos (Leading Economic Index - LEI) norte-americano registrou alta de 0,3% no mês de março ao alcançar 95,7 pontos, segundo informações divulgadas hoje pelo Conference Board.

Por aqui, o Ibovespa opera com perdas de 0,08%, influenciado pelo mercado externo que apresentou dados mistos hoje.

Na agenda doméstica destaque para o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) que anunciou ontem o corte de 0,75 ponto percentual (p.p.) na taxa Selic, passando de 9,75% para 9,00% ao ano.

Entre as oscilações positivas em destaque na sessão estão os papéis da JBS (ON), que avançavam 4,05% e a OI (PN) que apresentavam alta de 3,02%. Em contrapartida, entre os destaques negativos, estão os papéis do OGX (ON), que recuavam 2,16 % e a Lojas Renner (ON) que apresentavam revés de 1,95%.