Apesar das manifestações marcadas pela violência, os parlamentares gregos aprovaram no domingo um novo programa de austeridade, necessário para receber uma parcela do resgate internacional de 130 bilhões de dólares e para a reestruturação de 100 bilhões de euros da dívida soberana.
Sem esse aval, a Grécia não tinha possibilidades de receber por parte da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional (FMI) a ajuda para evitar uma moratória desordenada em 20 de março, quando o país deve enfrentar o vencimento de títulos em um total de 14,5 bilhões de euros.