Ibovespa desce, bolsas dos EUA seguem em queda e Europa fecha em baixa 

Ibovespa desce 2,27%, aos 53.780 pontos

O principal índice acionário da BM&FBovespa opera em forte queda nesta segunda-feira. Há pouco, o Ibovespa descia 2,27%, aos 53.780 pontos. O giro financeiro da bolsa marcava R$ 6,3 bilhões.

Entre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 05 de setembro a 29 de dezembro de 2011), Petrobras PN (PETR4) desvalorizava 2,95%, a R$ 19,06; Vale PNA (VALE5) registrava baixa de 3,89%, aos R$ 38,59; OGX Petróleo ON (OGXP3) descia 1,54%, a R$ 12,16; Itaú Unibanco PN (ITUB4) perdia 1,08%, a R$ 31,06 e BM&FBovespa ON (BVMF3) recuava 2,03%, a R$ 9,66.

Estados Unidos segue em queda

As principais bolsas de valores dos Estados Unidos seguem em baixa sessão desta segunda-feira. Há pouco, o índice Dow Jones Industrial Average descia 1,76%, aos 11.439 pontos. O S&P 500 recuava 1,60%, aos 1.204 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq perdia 1,76%, aos 2.621 pontos.

Bolsas europeias fecham em baixa

Os principais índices acionários da Europa encerraram em queda na primeira sessão da semana, com os investidores desanimados diante da ausência de notícias positivas sobre o anúncio de medidas para conter a crise fiscal que afeta países do continente. Ao fim dos negócios, o índice FTSE-100, de Londres, perdeu 0,54%, aos 5.436 pontos. O CAC-40, de Paris, desceu 1,61%, aos 3.166 pontos. E o DAX, de Frankfurt, desvalorizou 1,81%, aos 5.859 pontos.

Compondo o ambiente pessimista, o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble, afirmou hoje que a cúpula da União Europeia (UE) do dia 23 de outubro não vai apresentar uma solução final para a crise de dívida da zona do euro.

Por sua vez, em Paris, a reunião dos ministros das finanças do G-20 terminou no fim de semana sem resoluções, mas com promessas de que tentarão resolver a crise da zona do euro.

Ainda no foco dos agentes, a agência de classificação de risco, Standard and Poor's, reduziu nesta segunda-feira em um nível as notas da dívida da cidade de Barcelona e da região de Madri, de 'AA' para 'AA-', em uma nova sanção às finanças regionais espanholas, que continuam preocupando os mercados. Não foram divulgados indicadores de peso hoje no continente.