Vendas no varejo acumulam 7,3% no primeiro semestre

Em junho, o comércio varejista do país apresentou variação de 0,2% para o volume de vendas e 0,6% para a receita nominal, completando dois meses de resultados positivos no volume de vendas (após a queda de abril) e crescimento da receita nominal de vendas pelo décimo quinto mês consecutivo. 

Nas séries sem ajuste sazonal, as taxas para o volume de vendas foram de 7,1% sobre junho/2010 e de 7,3% e 8,9% nos acumulados do primeiro semestre deste ano e dos últimos 12 meses, respectivamente. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 12,1%, 12,2% e de 13,3%, respectivamente. As informações são do IBGE.

Entre as atividades, cinco têm taxas positivas

Na série com ajuste sazonal, cinco das oito atividades que compõem o varejo tiveram variações positivas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (9,1%); Tecidos vestuário e calçados (3,0%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,5%); Material de Construção (1,0%); Combustíveis e lubrificantes (0,2%). As variações negativas foram: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,1%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%); Móveis e eletrodomésticos (-0,2%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,3%); e Veículos e motos, partes e peças (-0,7%).

Já na série sem ajuste, todas as oito atividades do varejo obtiveram aumento no volume de vendas.

Móveis e eletrodomésticos, com alta de 16,3% no volume de vendas em relação a junho do ano passado, foi responsável pela principal contribuição (37%) da taxa global do varejo. A atividade teve seu resultado explicado pela manutenção do crescimento do emprego e do rendimento, bem como pela queda dos preços dos eletrodomésticos.