Mercados acionários mundiais operam sem tendência

SÃO PAULO, 1 de outubro de 2010 - Uma série de notícias positivas vindas da China e dos Estados Unidos fez prevalecer pela manhã, entre os principais índices acionários do mundo, o movimento comprador. Entretanto, no início da tarde, o otimismo perdeu força e os índices passaram a não definir tendência.

Na China, hoje foi revelado que o índice que mede a atividade industrial da região avançou de 51,7 pontos em agosto, para 53,8 pontos em setembro. O dado disseminou apetite ao risco entre os investidores.

No mesmo sentido, nos Estados Unidos, os gastos dos consumidores cresceram 0,4% em agosto, assim como a renda subiu 0,5%. Já o índice da confiança do consumidor norte-americano, medido pela Universidade de Michigan, atingiu 68,2 pontos em setembro, contra 66,6 pontos em agosto. Por fim, os gastos com construção no país cresceram 0,4% em agosto.

No entanto, o indicador que mede a atividade industrial dos Estados Unidos recuou para 54,4 pontos em setembro, contra 56,3 pontos em agosto. O dado, que veio levemente abaixo do esperado, levou os mercados à instabilidade.

Neste sentido, as bolsas da Europa encerraram o último pregão da semana sem definir tendência. Ao final do pregão, o índice FTSE-100, de Londres, subiu 0,59%, aos 5.581 pontos, o CAC-40, de Paris, recuou 0,62%, aos 3.692 pontos. O DAX, de Frankfurt, teve desvalorização de 0,41% aos 6.203 pontos.

Por aqui, o Ibovespa segue a volatilidade externa. Instantes atrás, o índice crescia 0,36%. No país, hoje foi revelado que a produção industrial decresceu 0,1% em agosto, contra julho. Já ante o mesmo mês de 2009, houve expansão de 8,9%.

Na renda fixa, os juros futuros se ajustam sem definir tendência. Há pouco, o Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2012, o mais negociado, recuava para taxa anual de 11,46%. E no câmbio, o dólar comercial fechou a primeira etapa dos negócios em queda, vendido a R$ 1,68.

(Redação - Agência IN)