Ações da United Continental Holdings serão negociadas na NYSE

SÃO PAULO, 22 de setembro de 2010 - A UAL Corporation, empresa holding da United Airlines, e a Continental Airlines anunciaram que depois do encerramento do seu processo de fusão, a nova empresa holding pretende ter suas ações ordinárias cotadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) com o símbolo UAL. A medida ainda depende da aprovação do conselho de direção da UAL e da NYSE. Depois da fusão, o nome da empresa holding, UAL Corporation, será mudado para United Continental Holdings, Inc.

As empresas esperam encerrar o processo de fusão em 1 de outubro de 2010, e abrir as negociações com as ações ordinárias da United Continental Holdings Inc., usando o símbolo UAL, no mesmo dia. Até essa data, as ações ordinárias da UAL Corporation continuarão a ser negociadas, sob o símbolo UAUA, na bolsa NASDAQ e as ações ordinárias da Continental Airlines serão negociadas, sob o símbolo CAL, na NYSE.

"Esperamos com otimismo o encerramento oficial de nosso processo de fusão com a Continental, o início das negociações com nossas ações na NYSE e as oportunidades representadas pela nova empresa para a criação de uma empresa aérea lucrativa e sustentável, para nossos acionistas, clientes e funcionários", declarou o presidente do Conselho e CEO da United Airlines, Glenn Tilton. "Também agradeço à NASDAQ por ter sido uma excelente parceira para a United nesses últimos quatro anos".

"Ao nos aproximarmos do encerramento de nossa fusão e do início de nossa jornada como uma só empresa, expressamos nossa satisfação por termos nossas ações negociadas na NYSE", afirmou o presidente do conselho, presidente e CEO da Continental, Jeff Smisek. "A NYSE é a casa de muitas das empresas melhor estabelecidas e da mais alta qualidade do globo e acreditamos que oferece a plataforma de negociações ideal, no momento em que construímos a empresa aérea líder do mundo".

A fusão proposta já foi autorizada pelo Departamento de Justiça do governo dos Estados Unidos e pela Comissão Europeia e aprovada pelos acionistas das duas empresas.

(Redação - Agência IN)