Mídias sociais geram contratações

S O PAULO, 15 de setembro de 2010 - O crescimento de mídias sociais na internet faz com que empresas aumentem seus quadros de funcionários. Empresas de todos os portes buscam e investem na contratação de profissionais especializados, com capacidade de planejamento, organização e distribuição de informações no Twitter, Youtube, Facebook, Linkedin e Flickr, que são as mídias mais utilizadas no momento. Essas ferramentas são utilizadas em todo o processo de divulgação de marcas e produtos e têm sido de grande importância para quem atua nas áreas relacionadas à web.

Segundo Plínio Augusto Theodoro, atendimento comercial da MixD, empresa que atua no mercado de tecnologia da informação, esse novo profissional precisa ter disposição para trabalhar diante do computador e ser curioso o suficiente para garimpar todos os acontecimentos e novidades da web.

"Esse novo mercado é bem abrangente. As oportunidades surgem para executivos de diversos setores, como por exemplo, o de Tecnologia da Informação, Marketing e Comunicação. Todos os profissionais devem ser aptos a planejar ações de atração e retenção de clientes, reconhecimento de marca e desenvolvimento de promoções", explica.

Estudos comprovam a velocidade com que essas mídias sociais invadiram o mercado e fazem um comparativo com outros meios de comunicação extremamente importantes. "O rádio que é um dos meios de comunicação mais populares que existem demorou 38 anos para atingir 18 milhões de usuários, já o Facebook conseguiu mais de cem milhões em menos de um ano", conta Plínio. Os estudiosos dizem ainda que se o Facebook fosse um país seria o quarto maior do mundo.

As empresas que buscam os profissionais nessas áreas estão cada vez mais exigentes. "Esse funcionário precisa conhecer muito bem a empresa onde trabalha, para que assim possa representá-la da melhor maneira possível nessas redes. Para que isso aconteça deve conhecer e dominar a aplicabilidade dessas novas ferramentas, ser plugado bem articulado escrita e verbalmente", diz Plínio.

(Redação - Agência IN)