Correção: E-commerce sobe 170% no Brasil entre 2007 e 2009

S O PAULO, 31 de agosto de 2010 - Diferente do informado anteriormente, a assessoria de imprensa retificou que o e-Commerce cresceu 170% entre 2007 e 2009 no Brasil. Segue nota corrigida:

Um estudo encomendando pela Visa revelou que o e-Commerce cresceu 170% entre 2007 e 2009 no Brasil, atingindo US$ 13,23 bilhões. Na América Latina e Caribe, o crescimento registrado foi de 39,2% no mesmo período, atingindo US$ 21,8 bilhões. Diversos fatores contribuíram para esse crescimento regional do e-Commerce, incluindo mudanças no comportamento dos consumidores, percepções e demanda; aumento no número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias da segurança online; expansão das indústrias-chave tais como viagens e turismo, além do aumento da aceitação dos grandes varejistas, especialmente no Brasil. A estimativa é que até o final de 2011, a região terá um aumento de 58% nas vendas online, atingindo um total de US$ 34,5 bilhões.

"Como líder mundial da indústria de pagamentos, a Visa está focada no desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e no estabelecimento de novas parcerias que poderão melhor servir nossos clientes e continuar facilitando o crescimento do e-Commerce tanto regionalmente como globalmente", afirma José Maria Ayuso, Vice-presidente Regional de Produtos da Visa América Latina e Caribe. "A empresa está conduzindo iniciativas para substituir o dinheiro e o cheque para os meios eletrônicos, que são mais eficientes e seguros, e o canal do e-Commerce oferece um ambiente perfeito para aumentar os benefícios gerados por nossos produtos, oferecendo maior valor agregado aos portadores de cartão", finaliza o executivo.

Entre 2007 e 2009, os gastos online aumentaram 106% em toda região. O Brasil foi o maior condutor desse crescimento, seguido pelo México, que registrou 91%, Argentina com 56% e Chile com 49%. No que se refere à participação de mercado, na América Latina, o Brasil é o principal país com 61% do consumo total online da região, seguido pelo México com 12% e pelo Chile com 5%.

(Redação - Agência IN)