Equifax lança novos sistemas para o comércio

S O PAULO, 17 de agosto de 2010 - No último ano, o segmento Atacadista e Distribuidor apresentou faturamento de R$ 131,8 bilhões, o que representa crescimento real de 4,1% e nominal de 9,2% frente a 2008. Os resultados consolidam uma tendência de crescimento iniciada em 2000, quando o setor teve participação de 38,7% no mercado de consumo de varejo alimentar, atingindo o patamar atual de 52,2%.

Reconhecendo a importância do segmento atacadista distribuidor, a Equifax lança no produto Equifax Empresarial Gold duas informações exclusivas para auxiliar as empresas a avaliarem o comportamento comercial e o risco de seus clientes (pessoas jurídicas): "Score Atacadistas e Distribuidores" e "Cadastro na Anvisa".

O "Score Atacadistas e Distribuidores" é um modelo preditivo desenvolvido para avaliar o comportamento comercial das empresas junto ao segmento, contribuindo para a tomada de decisão de crédito segura. Por meio de dados cadastrais e comportamentais, mensura a probabilidade de inadimplência das empresas com relação ao segmento, bem como as classifica em uma das 20 classes de risco apresentadas. "Com esses dados, o setor passa a contar com informações inovadoras e valiosas para atingir oportunidades de mercado e conhecer melhor o perfil de crédito e risco de seus clientes", menciona Analía Pinillos, gerente de Produtos da Equifax.

Outra novidade são os dados das empresas registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - órgão que regulamenta a operacionalização das organizações que fabricam, distribuem, embalam e/ou comercializam produtos voltados aos cuidados com a saúde (remédios e cosméticos), alimentos, produtos para higiene, limpeza, farmácias e drogarias.

O bloco "Cadastro na Anvisa" indica o status do alvará de funcionamento das empresas junto ao órgão e é uma informação valiosa que auxilia atacadistas e distribuidores a evitarem fraudes e a estarem em compliance com a legislação vigente. Por exemplo, se determinado fornecedor concede crédito a uma farmácia que não tem autorização de funcionamento na Anvisa, corre o risco de perder a mercadoria e ainda não receber o pagamento por conta do fechamento da referida empresa, caso a Vigilância Sanitária autue seu cliente.

(Redação - Agência IN)