Coca-Cola do Brasil reduz em 5% consumo de água

SÃO PAULO, 22 de março de 2010 - O Sistema Coca-Cola Brasil acaba de fechar o índice de uso de água no ano de 2009, que foi reduzido em quase 5%, mantendo-se entre os melhores índices da indústria de bebidas em todo o mundo. Foi utilizado 1,98 litro para cada litro de bebida produzido - o que inclui o litro que vai dentro da embalagem. No fim de 2008, eram 2,08 litros. Há pouco mais de uma década, cada litro produzido consumia cinco litros de água. A meta global da empresa é, até 2020, devolver à natureza toda a água utilizada em seu processo industrial através de ações como a captação da água da chuva para realimentação de lençóis freáticos e o replantio de árvores para recuperação de bacias hidrográficas.

A plataforma de sustentabilidade da Coca-Cola Brasil, a Viva Positivamente tem entre suas ações prioritárias o uso eficiente e racional da água, sempre de acordo com a política mundial para recursos hídricos seguida pela empresa, baseada em três "Rs": Reduzir a água usada na produção de bebidas; Reciclar a água restante do processo para outros usos; e Repor a água às comunidades e à natureza.

Segundo José Mauro de Moraes, diretor de Meio Ambiente da empresa, "a diminuição do uso de água proporciona, além da redução de custo, fatores positivos como a necessidade de menores estações de tratamento de água e efluentes, estações de tratamento mais eficientes e com menor custo operacional e empregados mais conscientes. Além disto ele sustenta que a cultura de consumo consciente de água estimula outras ações de sustentabilidade como a redução do consumo de energia e de destino adequado de resíduos sólidos".

"Estamos tratando de sustentabilidade em muitas frentes e essa é uma decisão da empresa que não voltará atrás. A plataforma Viva Positivamente é clara em seus conceitos e estabelecemos metas ousadas que estamos buscando continuamente. O objetivo da empresa é aproveitar sua imagem para liderar a indústria de todo o mundo rumo à sustentabilidade", completou Moraes.

(Redação - Agência IN)