Indicadores não inibem e bolsas encerram no azul

SÃO PAULO, 22 de dezembro de 2009 - Dados do setor imobiliário norte-americano disseminaram mais uma onda de otimismo sobre as principais bolsas mundiais, que encerraram em alta nesta sessão. As vendas de imóveis usados nos Estados Unidos avançaram 7,4% em novembro, ante expectativa de crescimento de 2,5%.

Diante disso, Wall Street fechou no azul. O Dow Jones ganhou 0,49%, para os 10.464 pontos; o Nasdaq avançou 0,67%, para os 2.252 pontos; e o S&P 500 subiu 0,36%, para os 1.118 pontos.

No mesmo sentido, as bolsas europeias terminaram o dia valorizadas. Entretanto, a notícia de que o Reino Unido segue em recessão limitou os ganhos. O Produto Interno Bruto (PIB) da região recuou 0,2% no terceiro trimestre, ante o trimestre anterior. O FTSE-100, de Londres, avançou 0,65%, aos 5.328 pontos; o DAX, de Frankfurt, subiu 0,26%, aos 5.945 pontos; e o CAC-40, de Paris, ganhou 0,68%, aos 3.898 pontos.

Por aqui, a bolsa brasileira corrigiu a perda observa ontem. Ao final dos negócios, o Ibovespa marcou valorização de 2,26%, aos 67.417 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 5,57 bilhões. O movimento foi influenciado pelo desempenho positivo das ações da vale e Petrobras.

E na Argentina, o índice merval avançou 1,11%, aos 2.241 pontos.

Nas commodities, com o dólar reduzindo os ganhos frente ao euro, o barril do petróleo terminou em alta. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em fevereiro, subiu 0,8%, cotado a US$ 74,34 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). E o barril do tipo Brent, com vencimento em fevereiro, avançou 0,6%, negociado a US$ 73,45 no ICE Exchange de Londres.

Na renda fixa, as projeções de juros embutidas nos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) encerraram o dia sinalizando estabilidade no curto prazo e queda nos vencimentos mais longos. O DI com vencimento em janeiro de 2011 apontou taxa anual de 10,34%. No câmbio, o dólar fechou em baixa, vendido a R$ 1,78.

(Redação - Agência IN)