A pesquisa mostra ainda que o desempenho do segmento privado refletiu o aumento do assalariamento com carteira de trabalho assinada (1,9%) e aquele sem carteira (3,7%). Houve pequena redução do número de autônomos (0,6%), estabilidade do contingente de empregados domésticos (0,1%) e aumento do número de ocupados nas demais posições ocupacionais (1,8%).
Em setembro, no conjunto das regiões pesquisadas, o rendimento médio real dos ocupados variou positivamente (0,6%) e o dos assalariados manteve-se inalterado. Seus valores monetários estimados foram de R$ 1.243 e R$ 1.313, respectivamente.
O rendimento médio real dos ocupados aumentou em Recife (3,7%, passando a valer R$ 751) e Belo Horizonte (2,5%, R$ 1.253), permaneceu em relativa estabilidade em São Paulo (0,4%, R$ 1.288) e Salvador (0,4%, R$ 974) e diminuiu em Porto Alegre (1,1%, R$ 1.226) e no Distrito Federal (0,7%, R$ 1.822).
No conjunto das regiões pesquisadas, a massa de rendimentos dos ocupados variou positivamente, em setembro, sobretudo como resultado do comportamento do rendimento médio. A massa de salários reais manteve-se praticamente estável.
(Maria de Lourdes Chagas - Agência IN)