RFS prevê crescimento com a Copa do Mundo e Olimpíadas

SÃO PAULO, 23 de novembro de 2009 - Como provedora de soluções para comunicação sem fio, a RFS (Radio Frequency Systems) está animada com a chegada do ano de 2010. O motivo desse entusiasmo provém das promessas de mais investimentos em infraestrutura de telecom decorrentes das realizações da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil. Os compromissos de construir uma rede pública Wi-Fi para cobrir a área urbana da capital do Rio de Janeiro e ampliar as redes de coberturas fixa e móvel dos locais que sediarão os jogos de futebol são ações de incentivo para a indústria das telecomunicações.

Para a empresa, a banda larga fixa e móvel será a principal impulsionadora desse aquecimento, uma vez que a internet deverá ser o canal de informação mais utilizado nestes períodos. Estudos recentes como o realizado pela Pyramid Research indicam que é esperado um aumento de 9% ao ano na banda larga fixa e quase 30% na móvel até 2014, ano da Copa. Por essa razão, o governo também tem incentivado essa expansão com medidas como a do governador do Estado de São Paulo, José Serra, que recentemente anunciou o decreto de criação da banda larga popular, cujo acesso custará R$ 29,80 mensal, com disponibilidade de velocidade entre 200Kbps e 1Mbps.

Paralelamente, a maior adesão de dispositivos especiais como smartphones gera a necessidade de ter acesso a informações de qualquer lugar e a qualquer momento. Baseado nesse cenário de injeção de capital, a RFS prevê que 2010 será um ano de bons negócios e expansão para compensar 2009.

Segundo Roberto Pinto, presidente da RFS América Latina, a crise econômica mundial afetou todas as regiões e segmentos, porém está indo embora. A expectativa é que o próximo ano recupere o que foi perdido nestes doze meses. "No Brasil, especialmente, o desempenho deve ser ainda melhor porque além das movimentações provenientes dos eventos esportivos, o Pré-Sal está atraindo a atenção dos investidores. Tudo isso contribui para a evolução da economia e os bons resultados da indústria", avalia.

(Redação - Agência IN)