Fundos da Ashmore Brasil superam Bolsa e CDI

SÃO PAULO, 6 de julho de 2009 - Os dois fundos de investimento da Ashmore Brasil encerraram o primeiro semestre do ano com rentabilidades acima dos parâmetros de mercado (benchmarks). O Ashmore Brasil Ações FIC de FIA, fundo que acaba de completar seis meses, acumula rendimento de 41,45% no ano, superior ao seu benchmark, o IBrX, índice que reúne as 100 ações mais negociadas da Bovespa. No mesmo período, o IBrX avançou 32,86%.

"Alguns questionaram se período de crise era o momento adequado para abrir um fundo de ações. Tivemos a felicidade de estar corretos na nossa avaliação de querer aproveitar as oportunidades que acreditávamos existir e tivemos a competência de aproveitá-las. As oportunidades ainda são enormes, mas o cenário continua incerto no curto prazo. Nossa atenção está em nível máximo", afirma Eduardo Camara Lopes, diretor executivo e Chairman do Comitê de Investimento da Ashmore Brasil.

A gestão do fundo Ashmore Brasil Ações FIC de FIA é ativa, visando superar em larga escala a variação do IBrX no longo prazo. Para isso, é utilizada a combinação das estratégias conhecidas como Top-Down e Bottom-Up.

A abordagem Top-Down analisa as ações de uma empresa levando em consideração fatores macroeconômicos e também do setor de atuação. Esse tipo de análise parte do contexto mais amplo da economia para identificar quais mercados e indústrias são mais promissores. Já a estratégia conhecida como Bottom-Up busca identificar ações de companhias que têm grande potencial de valorização, independentemente do setor no qual estão inseridas.

Ao final de junho, o fundo somava Patrimônio Líquido (PL) de R$ 18,7 milhões.

Outro produto de sucesso da gestora, o fundo multimercado Ashmore Brasil 30 FIC de FIM LP, também apresentou performance robusta no semestre. Com rendimento de 10,95% acumulado entre janeiro e junho deste ano, o fundo registrou retorno de 205% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Com pouco mais de um ano de existência, já que foi lançado em abril de 2008, o fundo tem um PL de R$ 74,9 milhões.

Para alcançar sua meta de superar o retorno do CDI, o fundo é gerido por estratégias que consideram uma relação de risco-retorno favorável, baseadas na avaliação do cenário macroeconômico local e internacional. "Nossos gestores são altamente especializados no mercado local e têm a grande vantagem de contar com o apoio e a expertise do grupo Ashmore na confecção do cenário global", avalia Camara Lopes, diretor executivo da Ashmore Brasil.

Em março de 2009, o Ashmore Group administrava globalmente em mercados emergentes US$ 23,5 bilhões de ativos em fundos, contas segregadas e produtos estruturados. Desse montante, cerca de US$ 5 bilhões estão investidos no Brasil.

(MLC - Agência IN)