Chile: Chanceler garante que TLC com EUA não corre risco com Obama

Agência ANSA

ANSA - O ministro das Relações Exteriores do Chile, Alejandro Foxley, assegurou nesta terça-feira que o novo presidente norte-americano, Barack Obama, não revisará o Tratado de Livre Comércio (TLC) com o país, em vigor desde o dia 1º de novembro de 2004.

Para o chanceler, não há qualquer risco de que o acordo seja revogado.

- Desde que (o Chile) assinou o Tratado de Livre Comércio com os Estados Unidos, o comércio, para ambos os países, praticamente triplicou - explicou Foxley. Nos primeiros cinco anos de vigência do TLC, o comércio entre os dois países cresceu 155%.

- Isto é um bom negócio e, tanto para eles como para nós, é conveniente que continue - ressaltou Foxley. O ministro acrescentou que entre o governo chileno e a administração de Obama "há uma afinidade política muito alta".

Como Obama é do Partido Democrata, agremiação historicamente crítica à assinatura deste tipo de acordos e mais protecionista em relação à economia que os republicanos, há a expectativa de que o novo governo norte-americano possa representar um entrave à implementação de tratados que já foram assinados com outros países, dentre os quais a Colômbia, mas que ainda aguardam o aval do Congresso.

- Somos um sócio absolutamente confiável e por isso entramos em uma fase nova na relação, que é avançar juntos mais rápido até a sociedade da informação e do conhecimento - estimou o chanceler à rádio Bio Bio.

Os Estados Unidos são o maior parceiro comercial individual do Chile, sendo responsáveis por 15,2% de todo o intercâmbio comercial do país.

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