Recriação da CPMF não seria bom sinal, diz Miguel Jorge

REUTERS

RIO - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou nesta segunda-feira que a recriação da CPMF não seria positiva.

- Não é um bom sinal. Não deveria criar um novo imposto. Acho que não é um bom sinal - disse a jornalistas após participar da abertura de um seminário sobre um complexo industrial da saúde, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A CPMF, cuja alíquota de 0,38% incidia sobre operações financeiras, teve a prorrogação até 2011 derrubada pelo Congresso Nacional no final do ano passado.

Notícias publicadas nos últimos dias afirmam que estaria sendo estudada a recriação da CPMF para garantir recursos para a saúde.

O ministro reconheceu ainda que o câmbio desvalorizado pode retardar os resultados da política industrial lançada na semana passada.

- Pode ser que isso aconteça. Acho que a política industrial ajuda, mas ela não foi feita para isso (compensar as perdas cambiais) - disse.

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