Renda aumentou 1,1% em fevereiro, segundo IBGE

SÃO PAULO, 27 de março de 2008 - O rendimento médio real habitualmente recebido pelos trabalhadores em fevereiro foi estimado em R$ 1.189,90, o que representa alta de 1,1% em relação a janeiro, de acordo com Pesquisa Mensal de Emprego realizada nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com fevereiro de 2007, houve elevação de 2,5%.

No enfoque regional, em relação ao mês anterior, houve recuperação no rendimento em Salvador (4,0%), Belo Horizonte (1,7%), São Paulo (0,9%) e Porto Alegre (3,1%). Houve queda em Recife (0,5%) e estabilidade no Rio de Janeiro. Na comparação anual, houve elevação em todas as regiões: Recife (1,8%), Salvador (9,4%), Belo Horizonte (1,3%), Rio de Janeiro (3,0%), São Paulo (1,3%) e Porto Alegre (6,3%).

Em fevereiro de 2008, para o agregado das seis regiões, o rendimento médio real domiciliar per capita foi de R$ 760,08. Houve elevação tanto em relação ao mês anterior (0,9%) quanto a fevereiro de 2007 (3,0%).

No enfoque regional, em relação a janeiro, houve acréscimo no rendimento em Belo Horizonte (0,8%), Rio de Janeiro (2,2%), São Paulo (2,6%) e Porto Alegre (0,7%). Houve quedas em Recife (3,6%) e Salvador (0,4%). Na comparação com fevereiro do ano passado, houve recuperação em Salvador (6,6%), Belo Horizonte (6,0%), Rio de Janeiro (4,4%), São Paulo (3,9%) e Porto Alegre (11,6%). Na Região Metropolitana de Recife, houve queda (1,3%).

De acordo com a pesquisa, a massa de rendimento real efetivo da população ocupada foi estimada em R$ 25,2 bilhões em janeiro, uma queda de 21% em relação a dezembro de 2007; e alta de 4,7% em relação a janeiro e 2007.

Em relação a dezembro de 2007, houve perda em todas as seis regiões metropolitanas: Recife (30,2%), Salvador (25,1%), Belo Horizonte (25,3%), Rio de Janeiro (18,3%), São Paulo (19,8%) e Porto Alegre (16,8%). Em relação a janeiro de 2007, houve alta em cinco regiões: Salvador (8,4%), Belo Horizonte (10,3%), Rio de Janeiro (2,6%), São Paulo (5,4%) e Porto Alegre (17,2%). Em Recife houve estabilidade.

(Redação - InvestNews)