Taxa de desemprego se mantém estável em novembro na UE e eurozona

Agência EFE

BRUXELAS - A taxa de desemprego se manteve estável em novembro na eurozona (grupo dos países que adotaram o euro como moeda), em 7,2% da população ativa, e no conjunto da União Européia (UE), com um índice de 6,9%, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Eurostat, o escritório estatístico europeu.

Um ano antes, em novembro de 2006, o índice de desemprego era de 7,9% na eurozona e 7,7% na UE. Os dados do Eurostat afirmam que em novembro de 2007 havia na União Européia (UE) um total de 16,5 milhões de desempregados, dos quais 11 milhões correspondiam à eurozona.

Em um ano o desemprego diminuiu em 1,9 milhão de pessoas no conjunto da UE e em um milhão nos países da moeda única. Os países do bloco com menores índices de desemprego em novembro eram Holanda (2,9% da população ativa) e Dinamarca (3,2%). Já a Eslováquia é o Estado-membro da UE com a maior taxa (11%), seguida da Polônia (8,5%). O desemprego entre os homens foi de 6,5% (contra 7,0% um ano antes) na eurozona e 6,4% (contra 7,2%) na UE. Entre as mulheres, a taxa caiu para 8% (um ponto percentual a menos) na zona do euro e para 7,4% (um ponto percentual a menos) na UE.

Quanto aos jovens, o desemprego atingia 14,2% dos menores de 25 anos da eurozona e 14,9% na UE, contra 15,8% e 16,5%, respectivamente, um ano antes. As taxas de desemprego mais baixas para os jovens foram registradas em Holanda (5,0%), Irlanda (8,1%), Áustria (8,3%) e Dinamarca (8,4), e as mais altas, em Grécia (22,6% em setembro de 2007), Romênia (21,6%) e Polônia (19,3%). No período de doze meses até novembro de 2007, o nível de desemprego caiu em 23 dos 27 países da UE, se manteve estável na Romênia e Luxemburgo e aumentou em Portugal (de 7,9% para 8,2%) e na Irlanda (de 4,2% para 4,3%). As maiores reduções do desemprego no período anualizado aconteceram na Polônia (de 12,2% para 8,5%) e na Bulgária (de 8,2% para 5,8%).