Taxas futuras de juros recuam com dólar e otimismo sobre Previdência

Os juros futuros voltam a operar em baixa na manhã desta sexta-feira, 15, ainda embalados pelo otimismo do investidor com a definição dos primeiros pontos da reforma da Previdência: idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens, com um tempo de transição de 12 anos.

No entanto, o dólar está volátil, entre margens estreitas, e a desaceleração das perdas há pouco, na sequência da abertura com viés de alta, levou as taxas futuras a registrarem as máximas - para depois recuarem. Já o IBC-Br de dezembro, que avançou 0,21% em dezembro ante novembro, veio dentro do esperado pelo mercado e fica em segundo plano, segundo operador de renda fixa.

O índice de atividade calculado pelo BC passou de 138,43 pontos para 138,72 pontos na série dessazonalizada no período. Este é o maior patamar para o IBC-Br com ajuste desde outubro de 2015 (138,97 pontos).

A alta do IBC-Br em dezembro ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro consultados pelo Broadcast Projeções, que esperavam resultado entre -0,40% e +0,50% (mediana em -0,04%). Na comparação entre os meses de dezembro de 2018 e dezembro de 2017, houve alta de 0,18% na série sem ajustes sazonais. Esta série encerrou com o IBC-Br em 136,27 pontos em dezembro, ante 136,02 pontos de dezembro de 2017.

Às 9h38 desta sexta-feira, o DI para janeiro de 2020 caía a 6,400%, de 6,415% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2021 recuava a 6,980%, de 7,000% no ajuste de quinta-feira. No câmbio, o dólar à vista cedia 0,15% neste mesmo horário, a R$ 3,7149. O dólar futuro de março caía 0,25%, a R$ 3,7175.

 

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