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Economia

Após euforia da véspera, Ibovespa alterna altas e baixas com pressão do exterior

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O Ibovespa alterna altas e baixas desde a abertura nesta terça-feira, 9, num pregão de ajustes após a euforia de segunda-feira e de pressão negativa do exterior. As bolsas em Nova York abriram em queda às 10h30, seguindo o recuo observado mais cedo dos índices acionários futuros. A queda do Ibovespa só não é maior porque, segundo o sócio da Levante Rafael Bevilacqua, segue o otimismo com Jair Bolsonaro (PSL), "o viés liberal e a provável vitória do candidato".

Nos mercados de câmbio e de juros futuros, o comportamento foi semelhante. O dólar e as taxas abriram em alta e passaram a cair. Neste caso, a motivação veio da renda fixa americana, onde os rendimentos das T-Notes viraram de uma alta para uma queda após discurso de dirigente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

Ainda sobre a corrida presidencial no Brasil, Bevilacqua afirma que a "notícia positiva dessa vez" vem dos nomes cotados para o time de Bolsonaro: "Maria Silvia Bastos Marques (CEO do Goldman Sachs e ex-presidente do BNDES) e Roberto Campos Neto (diretor do Santander), além de muitos outros nomes".

Às 10h29, o Ibovespa recuava 0,18% aos 85.931,87 pontos. Minutos antes marcara mínima em queda de 0,33% aos 85.799 pontos. Na máxima, perto da abertura, foi aos 86.282 pontos em alta de 0,23%. Dow Jones recuava 0,15%. A T-Note de 10 anos estava em 3,2240%. Na máxima, nesta terça cedo, foi a 3,2620%. As principais bolsas na Europa seguem em queda.

 



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