Clientela dos albergues foge do padrão das agências

A g r ande difer ença dos al - ber guistas par a o público co - m um não está apenas na busca por uma estadia mais econômi - ca. A clientela dos hostels ten - de a fugir da pr o g r amação rí - gida imposta pelas agências de t u r i s m o. – V ocê pega um pacote de turismo con v encional e vê que tem hor a par a tudo , pr ecisa fi - car tantos min utos n um lugar , não se atr asar par a um passeio , se policiar o tempo todo – apon - ta o pr esidente da F eder ação Br asileir a de Alber gues da J u - v entude, Car los A ugusto Alv es. – A pessoa que fr equenta os hostels quer ter tempo par a ca - minhar de maneir a despr eocu - pada pela cidade, tomar um ca - fé tr anquilo dur ante a visita a algum ponto turístico e até dor - mir na casa de um amigo que ele conhece na cidade. A e xpansão do turismo jo v em também não limita o públi - co-alv o dos hostels a quem está a baixo dos 30 anos. A e xpansão das mídias sociais e a f acilida - de em encontr ar acomodações bar atas em qualquer lugar do m undo com pouco esf orço , fez com que cada v ez mais pessoas colocassem os alber gues no to - po da lista quando começam a pensar em f az er uma viagem. – A maioria dos nossos as - sociados r ealmente está na f ai - xa dos 24 anos, é aquela pessoa que está se f ormando ou aca bou de sair da f aculdade – admite Car los A ugusto . – Mas, nos úl - timos tempos, temos visto r eal - mente um aumento no inter es - se de pessoas mais v elhas que também estão inter essadas em no v as e xperiências e pr eços mais acessív eis.