Bom, coletivo e barato

Indicador es

Jur osSelic

(meta/efetiva % a.a) .......................... 10,75%/11,18% a.a

CDB

pré 30 dias .......................................................... 7,80/10,65

CDB

pós 120 dias ..................................................... 9,50/10,50tr

DI Over

taxa média .......................................... 10,64% a.a

DI Over

taxa média(a.m.) .........................................1,20%

Swap DI

x pré 30 dias .......................................... 10,60/10,70% a.a

Swap DI

x pré 61 dias .......................................... 10,60/10,70% a.a

Swap DI

x pré 90 dias .......................................... 10,60/10,70% a.a

T axa Anbid

1 dia Para 19/10/2010 .......................................... 10,53% a.a

Poupança

21/10/2010...................................................... 0,5646%

TR (%)

19/10/2010 a 19/11/2010 0,0654%

TBF (%)

19/10/2010 a 19/11/2010 ............................. 0,8359%

tjlp (% a.a.)

De 1º/10/2010 a 31/12/2010 ................................ 6,00

Our o

Our o (g) BM e F ................................................ R$ 75,400 Our o (onça tr oy) NY ................................ US$ 1.344,600 1 onça tr oy = 31,103 g

Bolsas

Bovespa - Índice .............................................. 70.404,68 Bovespa (var . %) ...................................................... 0,77 Nasdaq - Índice .................................................. 2.457,39 Nasdaq (var . % ) ........................................................ 0,84 Nova Y ork - Índice ............................................ 11.107,97 Nova Y ork (var .%) ..................................................... 1,18

Câmbio/Dólar

(R$/US$)Ptax .................................................... 1,6727/1,6735 Paralelo .................................................. 1,7000/1,8000 Cabo (BC) .............................................. 1,6540/1,6940

Tu r i s m o

São Paulo ................................................ 1,5900/1,7300 Rio .......................................................... 1,6000/1,7600

Eur o

US$/

¤

................................................. 1,39670/1,39690 R$/

¤

........................................... 2,3362601/2,3377122

Peso ar gentino

$/US$ ................................................ 3,95800/3,96000 R$/$ .......................................... 0,4223990/0,4228146 Compra/venda T axa média do Banco Central

Mais infor mações no site

w w w. j b . c o m . b r

Economia de até 70% dispar ou hostels, que tiveram 1,2 milhão de per noites no Brasil

Jor ge Lour enço

V iagens sempr e f or am sinôni - mo de mistério . E a descoberta de uma no v a terr a sempr e r equer um um certo g r au de pr epar ação . A difer ença é que hoje, com apenas alguns cliques e visitas a sites na internet, um turista consegue ma - tar boa parte desse mistério sem sair de casa. Como agor a todo con - sumidor bem inf ormado pode pr o - cur ar o melhor pr eço , os alber gues estão ganhando a pr eferências dos viajantes e dando uma aula de cr escimento aos hotéis. Os hostels, como também são c hamados os alber gues, r egistr a - r am um cr escimento de 14% em plena crise econômica m undial de 2008, época na qual as principais r ede hoteleir as aponta v am r edu - ção na ocupação . Só no Br asil, a ati vidade cr esceu 60% nos últimos seis anos. Até há bem pouco tempo lem - br ados pelas más condições de hospedagem, esses esta beleci - mentos se modernizar am e apr o - v eitar am a e xpansão da internet par a vir ar a principal alternati v a de quem busca pr eços acessív eis. – Existe uma ger ação de jo v ens que viaja m uito mais. Eles quer em no v as e xperiências de vida e aco - modações bar atas, então v eem nos hostels a opção perfeita – e xplica o pr esidente da F eder ação Br asilei - r a de Alber gues da J uv entude, Car los A ugusto Alv es. Impulsionado especialmente por um público que tem entr e 20 e 28 anos de idade, o setor cr esceu r apidamente no país. O Br asil tem o maior númer o de esta belecimen - tos cr edenciados na

Hostelling In - ternational

(HI) em toda a América e ocupa a 15ª posição m undial. Com 101 anos no mer cado , a r ede HI é a maior do r amo no m undo . A difer ença entr e um hostel e um hotel é o tipo de hospedagem. Enquanto os últimos são car ac - terizados por quartos indi viduais, os hostels têm ambientes coleti - v os, o que não quer diz er que se - jam de baixa qualidade. – Sempr e tentamos que br ar es - se estigma de baixa qualidade, por isso somos rigor osos par a cr eden - ciar esta belecimentos – r essalta Car los A ugusto . – O Rio tem cer ca de 50 hostels, mas apenas oito es - tão ligados à feder ação .

O bolso agradece

Mesmo nos hostels de alta qua - lidade, o v alor da diária n um quar - to coleti v o (com três ou mais pes - soas) gir a em torno de R$ 50 e acomodações duplas r ar amente passam dos R$ 100. Enquanto isso , a diária de um hotel no Rio é de R$ 310, segundo o índice HPI (Índice de Pr eços de Hotéis, em inglês). – Qualquer coisa ligada ao tu - rismo juv enil cr esce – diz Elaine P orto , r esponsáv el pelos alber gues de toda a América na F eder ação Internacional de Alber gues. – Nos - sa ocupação é alta o ano inteir o , difer ente dos hotéis. Só nos hostels ligados à feder ação , f or am r egis - tr ados 1,2 milhão de pernoites no Br asil em 2010. V ale lembr ar que apenas 20% dos esta belecimentos estão vinculados à instituição , o que pode quintuplicar esse v alor .

HOSPEDAGEM

Bom,coletivo ebarato

60%

foi o crescimento do setor de hostels no Brasil nos últimos seis anos, segundo entidade

100 mil sócios

estão vinculados à F ederação Brasileira de Albergues. Número ainda é pequeno

Divulgação

INTERAÇÃO – Alber gues apostam na experiência coletiva

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