Falta de estrutura preocupa agentes

Antonio Puga

Enquanto o Go v erno cria meca - nismos par a conter a queda do dólar fr ente ao r eal, o turista br asileir o tem se apr o v eitado da situação par a viajar cada v ez mais, principalmen - te par a o e xterior , sendo a Eur opa um dos destinos mais pr ocur ados. Segundo A par ecido Flor es Pi- nheir o , dir etor da agência Y or k de e v entos e viagens, conseguir v agas nos v oos internacionais tr ansf ormou-se em uma dificul- dade par a os agentes. – Hoje, as r eser v as estão sendo feitas com m uita antecedência, pois f altam

lugar es nos a viões – gar ante. Mas o br asileir o não quer só conhecer o e xterior , o turismo in- terno está tão aquecido quanto as viagens internacionais. E neste ponto , o Nor deste é o caminho par a a maioria destes viajantes, mesmo aqueles que mor am em r egiões de pr aia, como quem vi v e no Rio de J aneir o . F ortaleza, Sal- v ador , Natal e Maceió integ r am a lista dos mais r equisitados. Mas se o momento é e xcelente par a o turismo , a Copa do Mundo de 2014 v em p r eocupando os agentes de viagens, que temem a f alta de estrutur a em algumas das cidades-sede. A par ecido Pinhei- r o pr e vê pr oblemas sérios caso os in v estimentos fiquem a baixo da necessidades ideais par a atender um fluxo g r ande de turistas, uma boa parte vinda do e xterior . – Manaus, Cuia bá e Campo Gr an - de são e xemplos de cidades que não possuem uma estrutur a capaz de atender o turista internacional. P e - lo menos não no v olume que te - r emos em uma Copa do Mundo . Se as autoridades não aceler ar em o pr ocesso de infr aestrutur a, corr e - mos o risco de ter pr oblemas sérios na época da competição . Hoje, so - mente o Rio e São P aulo possuem condições r eais par a r ece ber um v olume alto de visitantes. As duas cidades têm quartos suficientes pa - r a e v entos deste tamanho– diz. Entr e os pr oblemas detectados pelo agente de viagens está a f al- ta de hotéis, tr ansporte público e mão de obr a qualificada. – V iajo pelo país constantemente por tr a- balhar com e v entos cor por ati v os, e é fácil constatar estas questões. São aer oportos sem condições de r ece ber um g r ande númer o de pessoas, pr ofissionais sem a qua- lificação necessária, tr ansporte público deficiente. Muitos destes hotéis são v elhos e com poucos quartos. São deficiências que pr e - cisam ser supridas o mais rápido possív el – conclui.