Empresas pedem, e governo pode rever política cambial

-->A série de r ecor des pode sig - nificar o aumento no poder de compr a do consumidor , mas também assusta os empr esários br asileir os, pr eocupados com a concorrência estr angeir a. O r eal alto permitiu que alguns pr odutos de outr os países en - car assem a indústria br asileir a de igual par a igual. Ontem, o secr etário de Co - mér cio Exterior do Ministério do Desen v olvimento , Indústria e Comér cio Exterior , W elber Bar - r al, admitiu que o r eal encar ecido tem dificul - tado a f orça da indústria br a - sileir a no e xterior . – O impacto do câmbio nas e x - portações é m uito maior do que algumas das medidas do pacote de maio – apontou o secr etário . – P ar a alguns setor es, a per da de competiti vidade em ter ceir os mer cados é f orte em r azão do en- car ecimento do pr oduto . Eviden- temente, o e xportador está tendo de r eduzir custos. O principal obstáculo de uma modificação na política cam - bial br asileir a está na maneir a como a com unidade internacio - nal v ai aceitar a manipulação monetária de países como Chi - na e J apão na próxima r eunião do G-20, no mês que v em, na Coréia do Sul. Recentemente, o C ong r esso americano posicionou-se contr a a man utenção da moeda c hinesa em v alor artificialmente baixo par a impulsionar as e xportações da indústria local. A tendência é a -->Único obstáculo para desvalorização do r eal é a posição americana sobr e o câmbio ar tificial-->de que o país, inclusi v e, se po- sicione-se oficialmente contr a a China na r eunião . – Estamos olhando os Estados Unidos par a sa ber o que f arão , por que o Br asil é um per sonagem menor no comér cio internacional – lembr ou W elber Barr al. – Hoje, a moeda c hinesa custa 40% me- nos do que de via, por e xemplo .