Defesa gentil contra ofertashostis

-->NEGÓCIOS-->Gr upos utilizam negociações longas como ar ma para comprar as “companhias alvo”-->Steven M. Davidof f-->THE NEW YORK TIMES-->Aquisições hostis estão de v olta – mas o mecanismo de defesa das empr esas m udou de várias f ormas desde o auge nos anos 80. Naquela época, m uitas empr esas adota v am a estr atégia “apenas diga não”. P or e xemplo , em 1988, a P olar oid tentou se defender de uma pr o - posta da Sham - r oc k Holdings, fundo de -->private equity -->criado por Ro y E. Disne y , atr a vés de uma r ecapitalização . A P olar oid v en - deu 14% dela mesma par a um plano de aquisição de ações pelos empr egados (ESOP , na sigla em inglês) e compr ou de v olta US$1,1 bilhão equi v alente a ações or di - nárias. A tática deu certo – mas a um custo par a o acionista da P o - lar oid. A empr esa aca bou pedindo concor data em 2001. Hoje, alv os de aquisição estão copiando táticas dos anos 80, po- rém e vitando uma estr atégia ag r essi v a. Estas m u danças tam- bém f acilitar am a ocorrência de aquisições hostis, uma das r a - zões par a a v olta delas. Neste ano , 16% das negociações come- çar am como não amigáv eis, de acor do com o F actSet Mer ger- Metrics. No ano passado , a taxa er a de 18%, compar ada a apenas 7,4% em 2006. Defesas hos - tis modernas en - v olv em o estí - m ulo de uma es - tr atégia sólida de com unicações, enquanto tentam ganhar tempo par a os gestor es apr esentar em suas pr opostas ou encontr ar em uma tr ansação alternati v a. Em - pr esas não se sentem en v er gonha - das por usar esta tática mor osa, embor a digam que estão agindo segundo inter esses dos acionistas. Chame o mecanismo de “defesa gentil”. Um e xemplo f oi descober - to na oferta hostil par a a Air gas pela Air Pr oducts. Na oferta à Air - gas, a Air Pr oducts escolheu bem seu alv o . Já que não ha via uma base acionista institucional opr es - si v a, algumas ações esta v am dis - ponív eis par a compr a. Estima-se que os r esponsáv eis pela arbitr a - gem tenham compr ado cer ca de 40% da empr esa. A Air gas, lider ada pelo funda - dor e dir etor e xecuti v o , P eter Mc - Causland, construiu uma defesa em r esposta à v ontade dos acio - nistas: a administr ação não está diz endo que a empr esa está à v en - da, apenas que ela pr ecisa de um tempo maior par a per ce ber o v alor total par a os acionistas. Esta tática f oi uma r e v erência ine vitáv el ao desejo dos acionistas. O enf oque gentil sobr e vi v erá? Ou as empr esas r etomarão as de - fesas mais poder osas dos anos 80? A r esposta pr ovav elmente será de - cidida nos tribunais de Dela w ar e. A maioria das cor por ações públi - cas nos Estados Unidos f az parte de Dela w ar e, e seu tribunal es - ta belece as r eg r as de aquisição pa - r a estas empr esas. Defesas hostis, portanto , gir am em torno de comer pelas beir adas par a ganhar tempo e adiar uma oferta hostil. Afinal, a empr esa pertence a acionistas, e se eles quiser em v ender , eles pr eci - sam permitir que isso seja feito . T r adução: Maír a Mello-->Divulgação-->A T AQUE -->– Couche-T ar d tem usado ações hostis para comprar a Casey’s, mas “gentileza” impediu venda-->As empr esas não se sentem enver gonhadas por usar em este tipo de tática para seu objetivo