O caminho

-->MÍDIAS-->negócios-->Agências de publicidade novatas se valem das r edes sociais para conquistar clientes-->Fernando Rosenthal-->Um mer cado com potencial de 70 milhões de usuários, di vidido por r edes com car acterísticas bem definidas, como o Or kut, que tem 52 milhões de membr os, ou o F a - ce book, com pelo menos 9,6 mi - lhões, além dos tr adicionais blo gs e micr oblo gs (como o fenômeno T w itter , r egistr ando um númer o de 9 milhões de cadastr ados), pode despertar , e m uito , o inter esse de g r andes empr esas em e xplor ar uma maneir a no v a de encontr ar clientes. Refletindo este m undo de pos - sibilidades no mer cado , di v er sas agências de publicidade passar am a in v estir pesado na w e b e em r edes sociais. Este fenômeno tr ou - xe uma igualdade par a as empr e - sas que se encontr am no mer cado , sejam elas de pequeno , médio ou g r ande porte, pelo f ato de se tr atar de “uma no vidade par a todo m un - do”, como e xplica Renato Mendes, da agência Izanagi. – Antigamente, par a uma agência se tornar conhecida, ela tinha que obrigatoriamente ter g r andes cases, ou sócios com um belo netw or k. Hoje, a fluidez das r edes sociais permitem que as pequenas agências, que não têm um g r ande case, mostr em seu potencial – diz. Criada em 2008, a Izanagi atende a empr esas de médio e g r ande porte do Rio de J aneir o g r aças às suas car acterísticas v oltadas em soluções w e b. Mas, par a alcançar esta condição , f oi pr eciso m uita fle xibilidade, po- tencial criati v o e in v estimento na própria agência. – Hoje, principalmente as agên - cias mais no v as se v oltam par a pr ojetos internos a fim de ganhar notoriedade no mer cado . T emos três ou quatr o pr ojetos com g r ande potencial, ger amos conteúdo pró - prio par a o nosso blo g e mantemos contato dir eto com pessoas da ár ea atr a vés do nosso T witter . É um tr a balho contín uo e que não tem r etorno rápido . Como em qualquer pr ojeto , r ele vância não se conquis - ta da noite par a o dia – e xplica Renato. Na visão de Gessica Hell- mann, dir etor a de Mídias Sociais da Rede Géh Editor es W e b, a maior dificuldade par a quem es- tá nesta ár ea tão jo v e m no mer- cado é como lidar com o g r an- dioso númer o de “a v entur eir os” que cer cam o tr a balho de ob- ser v ação das r edes sociais. -– O desafio é v ocê se destacar como pr ofissional ou empr esa sé- ria em um oceano de amadoris- mo . O m er cado f oi tomado tanto por pr ofissionais de outr as ár eas, quanto por diletantes e amador es bem intencionados, mas sem o domínio da técnica da com unicação – r e v ela. De acor do com Renato Men- des, o que le v a as empr esas a apostar em nestas agências ain- da começando a po v oar o mer- cado é a fle xibilidade: – O g r ande difer encial que uma agência menor pode ofe- r e c e réoj o g o d e cintur a . O c o- tidiano dessas agências é lidar com clientes com baixa v erba e medo de in v estir . Conseguir um case a partir deste cenário não é fácil. Isso dá poder à agência, por e xemplo , de c hegar par a um -->prospect -->, e diz er: ‘Olha, nós já fiz emos isso com uma v erba m u i- to baixa e c hegamos ao objeti v o da ação’. V er são compartilhada por Ges - sica, que en umer a as principais car acterísticas par a um pr ofissio - nal que deseja tr a balhar com a análise de mídias sociais: – É pr eciso ha bilidade de co - m unicação e de r elacionamento inter pessoal. E f az er tr einamentos específicos desses temas, no qual também será pr eciso acum ular co - nhecimentos técnicos mínimos pa - r a empr eender uma análise de fer - r amentas estatísticas par a a w e b. A partir da inter pr etação de r e - latórios, v ocê pode tomar decisões de conteúdo . Mas não se deixe con v encer por modismos ou meias v er dades que todo m undo f ala.-->Divulgação-->virtual dos