Empresas com modelo limpo terão incentivos fiscais

-->A r eciclagem é o principal ponto nos pr ojetos de sustenta bilidade. A questão é que, hoje, quase me - tade da coleta seleti v a no país é fruto da iniciati v a pri v ada, espe - cialmente de cooper ati v as de ca - tador es de lixo . – Na crise econômica de 2008, o Br asil f oi pouco afetado , m as a r enda destes catador es caiu pela metade – lembr a a cientista social Sam yr a Cr espo . – Eles pr ecisam de incenti v os. Hoje, é m uito impor - tante desoner ar os r ecicláv eis. Segundo estudo do Ministério do Meio Ambiente, os supermer- cados hoje têm f orte influência sobr e os padrões comer ciais da sociedade. P or essa r azão , eles terão atenção especial na pri- meir a f ase do Plano de Pr odução e Consumo Sustentáv eis. – As g r andes r edes de super- mer cados já esta belecer am me- tas de r edução do uso de sacos plásticos, por e xemplo – lembr a Sam yr a. – A lguns fixar am em 25%, outr os em 40%. O que nós v amos f az er é esta belecer um meio termo par a todo o setor . Manter as sacolas plásticas não é benefício nenhum par a eles. Além de incenti v ar as empr e - sas a adotar em um modelo sus- tentáv el, o plano a berto par a consulta pública também lem- br a do setor público . Alguns ór- gãos já adotar am, por conta pró- pria, o modelo sustentáv el. A ideia é tornar esse estilo obri- gatório em todas as esfer as. – A s compr as públicas mo vi- mentam uma economia que gir a em torno de R$ 60 bilhões – apon- ta a cientista social. – Os atos normati v os que torna mandatá- rias as compr as públicas f oi um g r ande passo .