Grandes eventos atraem franquias para o Rio

-->CRESCIMENTO-->Setor vai gerar cer ca de 15 mil novos empr egos até o final deste ano-->Jor ge Lour enço-->O Rio de J aneir o está captan- do in v estimentos de todas r e - giões do Br asil no setor de fr an- quias. A pr e visão é de que, até o final de 2010, a cidade apr esente um aumento de 10% no segmen- to , com ger ação de 15 mil e m- pr egos dir etor . Nada mal par a quem r egistr ou, no ano passado , um f atur amento de R$ 57,5 bi- lhões, quase um quinto de todo o PIB da cidade, segundo dados da consultoria Rizz o F r anc hise. A r ealização de megae v entos, como a Copa do Mundo e os J o gos Olímpicos, v oltam todas as aten- ções par a a cidade, que tem r e - ce bido in v estimentos feder ais e visibilidade m undial. A utor da pesquisa, o especialista em fr an- quias Mar cus Rizz o lembr a que o g r ande atr ati v o do Rio de J a - neir o é o potencial turístico alia- do à f orte economia local. – Algumas cidades se desta- cam por ter uma tempor ada tu- rística f orte, outr as pela potên- cia econômica. O R io de J aneir o tem os dois e, por isso , é uma das pr aças mais v alorizadas do país – r essalta Rizz o , que vê as empr e- sas olhando par a a cidade de outr a maneir a. – Esses estudos sobr e a possibilidade de e xpan- são dos negócios na capital flu- minense não são difíceis de se- mento . No Rio , toda a classe está se potencializando . O principal empecilho que algumas empr esas encontr am par a escolher o Rio de J aneir o como alv o dos seus in v estimen - tos é o tamanho do mer cado . P or já ter um g r ande númer o de empr esas, a cidade r equer maior in v estimento das mar - cas que quer em se fixar . – A visibilidade de qualquer empr esa sempr e é afetada pelo baixo númer o de unidades, so- br etudo n u m mer cado f orte co- mo o carioca. P ar a começar , é pr eciso in v estir com f orça.-->Pr eparação para suprir demanda-->P a r a empr esários que tam- bém estão e xpandindo seus n e- gócios no Rio de J aneir o , a ci- dade pr ecisa sa ber apr o v eitar o momento de intenso cr escimen- to par a se beneficiar ainda mais no futur o . – Se os empr eendedor es sou - ber em fec har negócio , os shop - pings se estrutur ar em e a ci - dade souber se pr epar ar , v ai cr escer m uito nos próximos anos – apontou Camila P ac he - co , ger ente e xecuti v a da r ede alimentícia Nutty Ba v arian, que está a brindo quatr o uni - dades aqui. – O Rio já er a uma e xcelente pr aça e agor a só ten - de a melhor ar . E o cr escimento econômico nos últimos anos possibilitou a entr ada de di v e r sas no v a s e m- pr esas no mer cado , especial- mente aquelas que buscam um público com poder aquisiti v o maior , como no setor estético . – Depois de São P aulo , o Rio é a cidade onde temos o maior nú- mer o de consumidor es – conta Luc y Onoder a, que pr etende a brir mais unidades de sua mar- ca na cidade. – Pr ocur amos m u - lher es que se pr eocupem com a sua beleza e sa bemos que a ca- rioca se enquadr a nesse perfil. Se a economia local cr esceu, a independência delas e a busca pela beleza acompanhou.-->O setor de franquias corr espondeu, em 2009, a 18% do total do PIB carioca-->r e m demonstr ados. A cidade es- tá em alto cr escimento . Outr o fenômeno que Rizz o aponta como fundamental é o f ortalecimento da classe C. – Difer ente do r esto do Br asil, no Rio a classe C cr esce como um todo . É u m fenômeno que se ob- ser v a , por e xemplo , nos shop- pings da Zona Norte – lembr a o especialista. – Em outr as cida- des, v ocê tem ár eas de cr esci-