Cartas

Tr em-bala

Seo trem-balaé viável,por que tantos técnicos acham que nãoé? Seriaconvenienteha- vermais transparêncianadi- vulgaçãodos fatos,com apo- pulaçãonão tendode seren- volvida em um negócio duvi- doso. Dona Dilma,por favor deixe-nos saberum pouco mais arespeito desseprojeto que conta com seu apoio e que levaráseisanos parasairdo papel e vai consumir uma mon- tanha de dinheiro.

Paulo Serodio,

São Paulo

Discriminação

AJustiça brasileiranão éce- ga. Enxergamuito beme con- segue distinguir perfeitamente os negros, os brancos, os pobres ouos abastadosque sãocolo- cados diante dela. Prova disso é a libertação, de um dia para ou- tro,dos quatroadolescentes brancosde classemédiaalta, acusados de agredir quatro ra- pazes em ataques supostamen- te homofóbicos no centro da ci- dade de São Paulo. Nascer bran- co e abastado no Brasil, por si só, já representa presunção de ino- cência. Enquanto nascer negro ou pobre, normalmente, repre- senta presunção de culpa.

Túllio Marco Soares Carvalho,

Belo Horizonte

Pena de morte

Já está na horade haver mu- danças radicais nas leis penais, pois que a situação em que nos encontramos está fora de con- trole.Não sepodemais sairde casa, nem de noite nem de dia. A violência está em todos os lu- gares: assaltos, sequestros, rou- bos de carro, saidinhas de ban- co,latrocínios, arrastões,este- lionatosetc,etc. Emcasosde violência que nem a vida poupa, a pena demorte deveria ser aplicada.Ou,em casosnãotão graves,prisão perpétuacolo- cando ospresos paratrabalhar (trabalham oumorrem defo- me!)consertar estradas,recu- perar bens públicos, ter ocupa- ção em colônias agrícolas.

Paulo Barreira,

Rio

PanAmericano

O Grupo Silvio Santos, contro- lador do banco PanAmericano, informou quevai processaros ex-diretoresexecutivos dains- tituição e a empresa de audito- ria externa querevisava os ba- lançosdo banco.Restasaber quem irá processar a Caixa Eco- nônica Federal e seus auditores, por ter comprado, em 2009, qua- se metade de um banco com pro- blemas contábeis existentes há pelo menos três anos.

Abel Pires Rodrigues,

Rio

Órgãos fiscalizadores

Faltando menos de dois me- ses para Lula despedir-se do poder,os jornaisdenunciam as conhecidas maracutaias nas obrasdo PAC.As irregu- laridades encontradaspelo TCU referem-se a superfatu- ramento, alémde falhasde

Car tas

projetos edesajustes am- bientais em 18obras e indí- ciosgraves em14in iciativas que recebemrecursos fede- rais. Analisando o montante de 231 obras, as irregularida- des não chegam a 10%, razão pela qual ogoverno fecha os olhos à fiscalização do TCU e, no concreto, o presidente acusa o mesmo TCU de “atra- palhador dos projetos do go- verno”. Espera-se que a nova presidente dê maior poder e credibilidade aos órgãos fis- calizadores,coibindo asfal- catruas viciadas.

Izabel Avallone,

São Paulo

Arbitrariedades

A ditadura militar no Brasil cometeu muitasarbitrarie- dades e crimes usando o me- do do inimigo comunista. To- dasas liberdadesforamsus- pensas.

Globo, Estado

e

Fo l h a de S.Paulo

apoiaram o golpe e, com isso,receberam asbe- nesses quepermitiram a constituição dos impérios de comunicaçãode quesãode- tentores. Agora, na democra- cia do governo popular de Lu- la e Dilma, essa imprensa tem dificuldadesde seadaptar. Frutos do autoritarismo não admitemo cumprimentoda Constituiçãode 88,quepre- vêa regulamentaçãodaati- vidade midiática. Moral da história: governo Lula tolhe a liberdade, ditadura não.

Antonio Negrão de Sá,

Rio

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JB

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