Cartas

Car tas

Nor mas:

As car tas deverão conter assinatura, nome completo e telefone. Não serão per mitidas r eferências insultuosas nem infor mações incor r etas. As car tas poderão ser editadas.

Ender eço:

A v . Paulo de Fr ontin, 568 – Fundos – Rio Comprido CEP 20261-243 – Rio de Janeir o, RJ

Te l e f o n e :

(21) 3923-4000

Fax:

(21) 3923-4428

E-mail:

car tasjb.com.br

JB

Escr eva para o

Eleições

Qual será o futur o de um país no qual 30% dos eleitor es admitem não se lem - br ar em quem v otar am par a deputados e senador es em um pleito que ocorr eu há 15 dias? Não r esta dúvidas de que os indignos que fr equentam os di v er sos par - lamentos br asileir os estão pulando de aleg ria com tal constatação . O difícil mes - mo é sa ber quem é mais podr e: se esta par cela substanciosa da população ig - nor ante, alienada e irr esponsáv el, ou se os políticos que r ece ber am os seus v otos. Será que já não é hor a de se discutir em definiti v o a obrigatoriedade do v oto?

David Neto,

São Paulo

Debates

No de bate da Rede TV!, a candidata Dilma insistiu e xausti v amente na crítica ao go v erno do seu opositor em São P aulo , apr esentando númer os que er am der - rubados com firmeza e conhecimento de causa pelo e x-go v ernador do estado . O PT tem per dido sistematicamente as elei - ções em SP , e nesta última nem pr ecisou do 2º turno . Será que a candidata e sua enorme assessoria ac ham que o po v o pau - lista gosta de sofr er e que os eleitor es, por lá, não assistem aos de bates?

Abel Pir es Rodrigues,

Rio

Os de bates sempr e iguais, com per- guntas de candidato par a candidato , com réplica e tréplica, não pr endem a atenção do eleitor , pois cada um per- gunta o que lhe inter essa e nem sem- pr e a per gunta é do inter esse do elei- tor . O destaque têm sido as per guntas feitas por jornalistas, afinal esses pr o- fissionais conhecem os bastidor es da notícia e sa bem em que g r au de a v anço estão determinadas denúncias. Ca- bem por isso aos jornalistas as me- lhor es e mais inteligentes per guntas. Se os candidatos ficam na saia justa, não importa, mas esse f ormato par ece ser o melhor par a que cada candidato possa e xplicar o seu pr ojeto de go- v erno sem enr olar .

Izabel A vallone,

São Paulo

Marina

A senador a Marina Silv a, com todo o potencial de v otos conquistados, não de - v eria optar pela neutr alidade. Quando se almeja um cago de alto comando , tomar decisões é primor dial, tem que se ter “ati - tude” par a inspir ar confiança. Afinal, o po v o entr ega ao pr esidente da República, atr a vés do v oto , o destino do país. F icar em cima do m ur o não será justo com seus eleitor es, que acr editar am sempr e no seu comportamento politicamente corr eto .

Odiléa Mignon,

Rio

T odo país tem os políticos que me- r ece. Qual é a estr atégia de Marina Silv a par a se declar ar neutr a no 2º turno? Consider a-se “limpinha” de- mais par a entender que os dois can- didatos que r ece ber am uma v otação m uito maior que a sua são sujos a ponto de sequer poder ela se decidir por um deles? Lula er a assim, até se tornar o que se tornou com o seu PT , um partido igual a todos os outr os. E seus eleitor es, Marina, como ficam?

Paulo Ser odio,

São Paulo

JB

F elicitações ao

J ornal do Bra- sil.

Evidencia-se sua neutr alida- de nas eleições, ao contrário de outr os jornais do país, que de v em estar a soldo de setor es estr an- geir os com medo da lider ança do Br asil e do sucesso do Lula.

Luís Machado Silva,

Rio