Abertura da exposição “Guilherme Vaz: uma fração do infinito” no CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, CCBB-Rio apresenta ao público, a partir do dia 13 de janeiro, a exposição “Guilherme Vaz: uma fração do infinito”, com 50 anos de produção desse artista multimeios, músico experimental, maestro, pensador e integrante das vanguardas dos anos 1970.  Um dos pioneiros da arte conceitual e sonora, Guilherme é responsável pela introdução da música concreta no cinema brasileiro. A mostra conta com debates, reedição de trabalhos antigos, produção de novos trabalhos e edição de livro com ensaios inéditos, históricos e vasto conjunto de imagens e documentos. A entrada é gratuita.

A curadoria de Franz Manata apresenta o caráter inovador da obra de Guilherme ao destacar sua produção no contexto das vanguardas da arte contemporânea e sua vivência no Brasil central, com os sertanistas e povos indígenas. Em sua primeira grande exposição serão mostradas 41 obras que contemplam os diversos suportes utilizados pelo artista, como a instalação, objetos sonoros, instruções, desenhos, partituras, performances e parte de sua produção musical. “Guilherme Vaz: uma fração do infinito” destaca a importância da obra desse artista no panorama da cultura e deixará como legado um conjunto de textos, documentos e imagens para a memória da arte no Brasil.

No dia 24 de fevereiro, quarta-feira, às 19h, será lançado o livro “Guilherme Vaz: uma fração do infinito”. Na ocasião também será realizado um debate com a presença do curador da mostra, Franz Manata, Marisa Flórido César e Luiz Guilherme Vergara.

 

 

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