Grupo Farroupilha finaliza turnê no Rio com a peça “O Arquivo Vivo” 

Apresentações são gratuitas e acontecem no Galpão da Cidadania e no Teatro Glauce Rocha

O Grupo Farroupilha chega diretamente de Minas para se apresentar no Rio, com a comédia dramática “O arquivo vivo”. São cinco apresentações que encerram a turnê do espetáculo pela região sudeste, depois de marcar presença em outras 06 cidades.  

No Rio, o projeto ocupará dois espaços culturais distintos e conta com as parcerias do Galpão da Cidadania e da Opsis Produtora Cultural.  A temporada carioca de O ARQUIVO VIVO acontece nos dias 14 e 15 de outubro, às 19h, no Galpão da Cidadania e segue nos dias 17, 18 e 19 de outubro, também às 19h, no Teatro Glauce Rocha (centro), na programação da ocupação Glauce (com) vida.

Todas as apresentações têm entrada franca, mediante a retirada de ingressos uma hora antes do espetáculo, na bilheteria dos espaços, limitado a dois ingressos por pessoa. Mais informações com Brigitte Bentolila (2285.4127 / 994595433) e Ana Grillo Balassiano (2551.6780/999886575) ou pelo e-mail [email protected]

O Galpão da Cidadania localiza-se na Av. Barão de Tefé, 75. Gamboa – Telefone: (21) 2233-7460. 

O Teatro Glauce Rocha localiza-se na Av. Rio Branco, 179 Centro - Telefone: (21) 2220- 0259

Sobre a peça

“O arquivo vivo” conta, através de um humor crítico e ácido, a inusitada história de um arquivo vivo que habita os bastidores de uma repartição pública da prefeitura de uma cidade do interior. A partir daí surge uma série de confusões, que viram o município de ponta a cabeça. Esta dinâmica comédia sobre o poder é fruto de uma parceria entre o Grupo Farroupilha de Ipatinga e dois membros do conceituado Grupo Galpão de Belo Horizonte: Júlio Maciel, que responde pela direção, e Eduardo Moreira, que assina a dramaturgia com Sinésio Bina.

 O texto da peça é uma livre adaptação do conto O arquivo vivo da prefeitura, de Beto Oliveira, um dos vencedores do Concurso Nacional de Contos de Humor, realizado em 2010, pelo Farroupilha, em parceria com o Clube dos Escritores de Ipatinga (Clesi).

 A montagem traz no elenco Sinésio Bina, Torosca Silvestre, Claudiane Dias e Didi Peres que se desdobram na interpretação de vários personagens que se inter-relacionam em cena. O arquivo vivo leva a assinatura de Júlio Maciel, na direção, e dramaturgia de Eduardo Moreira e Sinésio Bina. A criação de luz é de Telma Fernandes. Gessé Rosa, assistente de direção, responde também pela preparação corporal, a operação de luz é de Leandro Calixto; a criação e composição de figurinos e cenário são de Rafael Cabral; Pedro Bastos assina a trilha sonora, Luciano Soares cuida da contraregragem,  a idealização e produção é do Grupo Farroupilha. A produção local no Rio de Janeiro é de Brigitte Bentolila e Ana Grillo Balassiano.