Show de graça da cantora Sassá Ribeiro, em Niterói, dia 19 de abril

A nova cantora de MPB, Sassá Ribeiro, faz show gratuito na inauguração do espaço cultural da Cafeteria Vilanelle, no próximo dia 19, em Icaraí, Niterói. No repertório, Sassá mescla canções inéditas e autorais com sucessos de artistas brasileiros e internacionais, como Lenine, Moska, Cássia Eller, Zélia Duncan, Jamie Cullum, Soulive e India Arie. Sassá está em turnê com seu CD de estreia, “Me Leve”, que traz a participação do cantor Cláudio Zoli, do músico Arthur Maia e do grupo Nayah. 

Espaço Cultural da Cafeteria Vilanelle

Rua Miguel Couto 392, casa 2B, no Jardim Icaraí, Niterói - 2704-1901

Quinta-feira, dia 19 de abril, às 20h

Entrada: gratuita

Censura livre

 

Sassá Ribeiro

Sassá Ribeiro, de 23 anos, é uma cantora de MPB com estilo próprio. Dona de uma voz suave e muito marcante, a niteroiense é uma intérprete que inova, arrisca e traz personalidade para o seu trabalho. Sua música tem a influência da poesia e da interpretação de artistas brasileiros como Lenine, Moska, Cássia Eller e Zélia Duncan, e da obra de uma geração contemporânea de fora do Brasil, entre eles Jamie Cullum, Soulive e India Arie. Em seu primeiro CD, “Me Leve”, a cantora faz uma mistura de sons, que vão desde dançar coladinho a se soltar na pista. “Defino a minha música como leve, suave, com uma pitada de soul, MPB e lounge. Tenho algumas canções para dançar também, com muita influência do funk americano”, avalia ela, que é formada em produção fonográfica. Seu disco de estreia é composto por dez músicas: três de sua autoria, sendo que quatro são uma parceria dela com Kid Mumu, Arthur Maia, Carolina Lomelino e Zé Guilherm. As outras três são dos compositores Alma Thomas, Pedro Milman, Djavan e Claudio Zoli. Logo em seu primeiro trabalho, Sassá teve o privilégio de gravar com Claudio Zoli as faixas “Pra quê? (em

que ele toca guitarra) e “Fetiche” (de Zoli), na qual ele canta e toca. “Zoli fez duas participações no CD e me deixou honrada de poder cantar com ele. Um ídolo para mim. Bebi da água do soul brasileiro com ele e com Arthur Maia (baixista e produtor musical do álbum)”, comemora ela, que lançou o seu primeiro clipe, que leva o mesmo nome do disco.

A inspiração de Sassá para compor vem do cotidiano, da paisagem do Rio e do calor do povo carioca. Sendo assim, ela mostra no palco canções que têm a ver com sua trajetória. “Canto músicas que fizeram ou fazem parte da minha história de alguma forma. Músicas que me conquistaram na primeira escutada. No show, me entrego de Caetano Veloso a Los Hermanos. E em músicas consagradas na voz de Rihanna, Marilyn Manson e Michael Jackson”, diz.

E pensar que Sassá virou cantora por acaso. Hoje, ela poderia ser destaque no esporte, mas uma lesão fez com que seu destino mudasse. Na infância e adolescência, ela praticou judô, participou de competições profissionais e conquistou o título de campeã brasileira na categoria pré-juvenil - superpesado, em 2001. Na seletiva para o campeonato sul-americano, em 2002, machucou o joelho direito e não pôde mais lutar. Isso fez com que procurasse outra atividade. Foi quando começou as aulas de canto com a professora Fátima Regina, e se encantou pela música. A partir daí, participou de festivais na escola e fez shows como backing vocal de sua professora, que é cantora de bossa nova. Em 2007, ela viajou para Londres (Inglaterra), onde estudou inglês por um ano e fez shows para amigos.

Paralelamente, trabalhava na cozinha de um hotel e prestava serviços gerais na embaixada de Trinidad e Tobago. De volta ao Brasil, em 2009, Sassá decidiu investir seriamente na carreira.

Ainda no início de seu caminho musical, Sassá curte mesmo é tocar no coração de quem ouve sua música. “Meu sonho é crescer mais, aperfeiçoando meu jeito de cantar, compor e de alguma forma mexer com o interior das pessoas. Nem que seja só para esquecer os problemas, dançar e cantar junto nos meus shows, no trânsito ou faxinando a casa”, finaliza.