Pai de Michael Jackson processa médico por negar informações

Jornal do Brasil

DA REDAÇÃO - Cerca de 2 mil fãs lembraram o primeiro aniversário de morte de Michael Jackson no cemitério de Forest Lawn, subúrbio de Los Angeles. O número foi menor que o esperado pelas autoridades, e por isso foi montado um impressionante esquema de segurança. Dezenas de jornalistas se aglomeraram em frente ao cemitério. No fim da manhã, dezenas de arranjos de flores já haviam sido colocados diante do mausoléu, enviados por fãs de todo o mundo.

Temos dois caminhões cheios de flores disse Sakie Nagai, que tem uma floricultura próximo ao local.

Em Gary, Indiana, cidade natal de Michael Jackson, foi inaugurado um monumento em frente a casa do ídolo.

Fãs ao redor do mundo também prestaram homenagens. Covers do ídolo relembraram seus passos e músicas. Em Londres, cidade que receberia uma série de shows do músico, os fãs escreveram recados num muro próximo ao local de apresentações. Países como Ucrânia, Índia e Japão demonstraram carinho pelo Rei do Pop.

Michael Jackson morreu aos 50 anos, vítima de uma overdose de medicamentos na casa em que vivia, em Los Angeles, pouco antes de sua grande volta aos palcos.

Processo

O pai do astro, Joe Jackson, anunciou que vai entrar com um processo contra o médico Conrad Murray, que acompanhava o cantor e é investigado pela polícia. De acordo com os advogados de Jackson, a ação vai alegar que o médico deu informações falsas aos paramédicos, principalmente sobre o medicamento propofol, que o cantor tomava. Segundo o relatório da polícia, dias depois, o médico disse que temia que Michael estivesse viciado nesse remédio. Os advogados alegam que o médico não tinha como aplicar a dose fatal.