Novo fundo para o audiovisual da Ancine tramita no Congresso

Agência JB

RIO - Pode ser que o presidente da Ancine, o curta-metragista Manoel Rangel, não consiga levantar mais alto sua principal bandeira desde que foi empossado na agência reguladora do cinema. Defensor maior do Fundo Setorial do Audiovisual, Rangel pode ver seus planos frustrados ou adiados por causa do escândalo Renan Calheiros.

Formatado na virada do ano, o projeto de lei que cria e regulamenta o fundo ainda tramita no Congresso Nacional. O futuro recurso prevê cerca de R$ 36 milhões a mais na cota de financiamento da produção, finalização e distribuição audiovisual nacional.

O Fundo Setorial do Audiovisual foi concebido para dar maior flexibilidade às operações de investimento. Seu propósito é utilizar recursos de contribuições já recolhidas atualmente pelos agentes do mercado audiovisual. Nenhuma taxa nova foi criada.

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