Velvet Revolver marca lançamento de 'Libertad' para julho

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NOVA YORK - Depois de desistir da data de lançamento originalmente prevista para seu segundo álbum, 'Libertad' -- 29 de maio -, o Velvet Revolver decidiu-se por 3 de julho.

O primeiro single do álbum da RCA Records será 'She Builds Quick Machines', uma das quatro faixas novas que o grupo vem tocando ultimamente em seus shows na América do Sul.

- A RCA fez várias pesquisas para saber qual deveria ser o primeiro single - disse o baixista Duff McKagan à Billboard.com na segunda-feira, antes de uma apresentação em Buenos Aires. 'Sou contra tudo isso. A banda tinha uma escolha própria, mas a RCA não parava de insistir. Então decidimos aceitar. É uma ótima canção de rock. Tem um refrão de guitarra poderoso, um coro fantástico e um grande solo de Slash - afirma Mckagan.

McKagan também elogiou 'Last Fight', que descreveu como 'uma canção realmente bela, algo que vocês provavelmente não esperariam de nós', além de 'She Mine', 'divertido e pop'.

- Acho que 'Contraband' foi um grande disco - disse ele, falando do álbum de estréia do Velvet Revolver, em 2004. 'Mas 'Libertad' vai muito além dele, em termos musicais. Acho que nenhum de nós poderia ter feito um disco melhor, neste momento de nossas carreiras.'

O grupo pretendia gravar 'Libertad' com o produtor Rick Rubin, mas discordou de sua abordagem. O álbum acabou sendo produzido por Brendan O'Brien.

- Rick é ótima pessoa - prosseguiu McKagan. - Nós o conhecemos há anos. Mas decidimos que (a colaboração com ele) ficaria para o próximo disco, talvez, ou para outro momento completa Duff.

O Velvet Revolver vai começar uma pequena turnê norte-americana em 3 de maio em Los Angeles, e, depois disso, vai apresentar-se em festivais europeus até o início de julho.

McKagan disse que os fãs podem esperar ouvir de vez em quando algumas canções das bandas antigas de seus integrantes (Guns N' Roses, Stone Temple Pilots), mas com menos frequência do que nos primórdios do Velvet Revolver, quando a banda mal tinha trabalho original suficiente para uma apresentação.

- Não sei se vamos fazer isso pela turnê inteira ou só de vez em quando - disse ele.

Mas sei que as pessoas gostam de ouvir essas canções e que, nós, às vezes, gostamos de tocá-las. São canções que nós mesmos compusemos, então por que não? - indaga o baixista.