Acompanhe minuto a minuto Croácia X Dinamarca

Vinte anos depois de alcançar as semifinais na Copa do Mundo da França, a Croácia tem uma grande oportunidade para tentar repetir a história, mas para avançar no Mundial de 2018 a equipe precisa superar a Dinamarca nas oitavas de final, domingo em Nizhni Nóvgorod (15h00 de Brasília).

Em sua primeira Copa como um país independente, aquela seleção formada por estrelas como Davor Suker, Zvonimir Boban, Robert Prosinecki, Robert Jarni e Slaven Bilic ficou em terceiro lugar, depois de ser eliminada pela anfitriã França nas semifinais.

Duas décadas depois, com uma nova geração de grandes jogadores liderados por Luka Modric e Ivan Rakitic, os croatas sonham em repetir a façanha, após uma grande primeira fase.

Três vitórias em três partidas, nove ponto, sete gols a favor e apenas um contra (de pênalti e na última rodada, contra a Islândia, quando os croatas já estavam classificados).

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O grande momento da Croácia no Grupo D aconteceu na segunda rodada, quando a equipe derrotou a Argentina com um contundente 3-0.

Mas agora a equipe do técnico Zlatko Dalic promete esquecer a fase inicial e concentração máxima nas oitavas, etapa em que qualquer erro pode ser fatal.

Ainda mais quando o adversário tem uma defesa sólida como a Dinamarca, que sem apresentar um futebol espetacular conseguiu o segundo lugar no Grupo C, com uma vitória e dois empates, incluindo um 0-0 com a favorita França.

Os dinamarqueses têm um dos melhores goleiros da Copa do Mundo da Rússia-2018, Kasper Schmeichel, e uma dupla de zaga sólida, formada por Simon Kjaer e Andreas Christensen.

Na frente, o astro da equipe é Christian Eriksen, o jogador responsável por organizar os ataques.

A luta pela posse de bola deve ser a chave do confronto. Eriksen terá o apoio de Thomas Delaney, enquanto os croatas contam com Modric e Rakitic, além de Marcelo Brozovic e Ivan Perisic.

A boa notícia para os dinamarqueses é o retorno de Yussuf Poulsen, autor do gol da vitória por 1 a 0 sobre o Peru, que não jogou contra os franceses por ter recebido dois cartões amarelos nas primeiras rodadas.