O SAS e o Brasil

Após um ano de grandes transformações quanto à tecnologia e dados, 2019 começou trazendo projetos inovadores por parte de empresas renomadas - e essa pode ser uma oportunidade importante para o mercado, principalmente o brasileiro.

O SAS, líder global em Analytics e a maior empresa de software de capital fechado do mundo, trará para o Brasil, neste primeiro trimestre, uma iniciativa totalmente voltada para promover a inovação no país. Será arquitetado um espaço dedicado ao mundo tecnológico e desenvolvimento de projetos com parceiros e startups. A ação tem o objetivo de estimular empreendimentos orientados por dados, desmistificar e democratizar o acesso às novas tecnologias.

Na sede em São Paulo, será instalado o SAS Garage, ambiente de coworking para clientes, parceiros e desenvolvimento de startups, e o SAS Experience Zone, um showroom que possibilitará o acesso a inovações em Internet das Coisas, machine learning e reconhecimento de imagens, por exemplo.

A empresa também pretende expandir ainda mais suas ações: a promoção de Datathons (hackathon baseado exclusivamente em dados), Meetups e o Data Analytics Lab, projeto de armazenagem e análise de dados estruturados e não estruturados para empresas.

Essas propostas corroboram a imagem do SAS como uma empresa que promove e pauta seu negócio pela cultura inovadora, disseminando seus processos experimentais e dissipando mitos em torno das tecnologias disruptivas. Um fator que comprova esse movimento é o Mission CodeSnap, desafio voltado à programação, em que estudantes entre 6 e 12 anos, têm seus primeiros contatos com o mundo da tecnologia e participam de uma competição.

Programas como estes não apenas moldam empresas e pessoas, mas propagam os avanços tecnológicos, permitem um acesso à tecnologia mais democrático e inserem no dia a dia o que parecia muito distante e complexo.

----

POLÍTICAS GOOGLE 

Em meio a crescentes ameaças globais, o Google está em fase de reformulação de sua abordagem à política global, incluindo a adição de recursos aos mercados emergentes. A multinacional tem grandes desafios neste ano, como lidar com o antimonopólio e as novas regras de privacidade em todo o mundo.

Essa reorganização se dá, principalmente, em reação às novas leis de dados e seus formuladores de políticas que estão cada vez mais habilitados a regulamentar os principais negócios da empresa. Só nos Estados Unidos, o Google precisa lidar com a lei de privacidade nacional, uma nova lei de privacidade da Califórnia e a indecisão dos partidos políticos quanto ao tema. Já na Europa, enfrenta as novas regras de privacidade do continente e o possível controle de seus negócios de publicidade, enquanto já se preocupa com uma possível legislação a entrar em pauta na Índia.

Todas essas questões apontam para um novo momento da empresa, que precisa se adequar a um cenário que, até então, estava apenas no papel. Além disso, mostra como os grandes nomes do mercado precisarão ajustar o tratamento que dão aos dados daqui para frente