Há dois anos o mundo perdia Steve Jobs

Apple virou referência de inovação e qualidade sob o comando dele

Faz dois anos que o mundo perdeu um gênio e visionário da tecnologia: Steve Jobs. O fundador da Apple, de personalidade forte, faleceu em Palo Alto (EUA) no dia 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade, vítima de uma parada respiratória causada por um tumor pancreático.

No Twitter, logo cedo, Tim Cook, CEO da Apple, publicou uma homenagem: Second anniversary of Steve's death. Going on a long hike today and reflecting on his friendship and all the dents he made in the universe.

Steve Jobs, o homem que criou a empresa de Cupertino virou, de 1976 pra cá, símbolo cult tanto para leigos quanto para especialistas em tecnologia. 

Jobs revolucionou a computação com o Macintosh, em 1984, o primeiro computador pessoal com uma interface gráfica e uso do mouse. Em 1996, uma outra revolução: o iMac. A Apple passa a ser referência em design, qualidade e modernidade. Em 2001, Jobs lançou o iPod, em 2003 o iTunes, revolucionando a indústria da música, ao oferecer um canal de comercialização legal digital.

Mas, foi em 2007, quando a Apple lançou o iPhone, que Jobs e Apple viraram símbolo e sinônimo de inovação. O último grande lançamento conduzido por Steve Jobs foi o iPad, que abriu o caminho no negócio tablet.

A Apple, hoje a empresa mais valiosa do mundo, possui um legado de US$ 98,3 bilhões, agora nas mãos do engenheiro Tim Cook, que tem enfrentado, além da inevitável comparação com o ex-CEO, as demandas de um mercado implacável.