Antivírus para celular permite separar dados corporativos

 

O aumento no número de celulares em uso para acesso à internet tem feito crescer a preocupação com ameaças aos dados armazenados pelos usuários nos aparelhos. De acordo com relatório que acompanha a evolução do acesso à rede mundial por telefonia móvel no mundo, publicado pela International Data Corporation e divulgado pela McAfee, o número de unidades de smartphones e tablets deverá ultrapassar o de computadores tipo PCs em 2011. O crescimento no uso pessoal acaba levando à utilização dos aparelhos também para fins profissionais. A McAfee lançou no mercado uma solução capaz de separar dados pessoais dos profissionais.

A principal ameaça no uso dos dispositivos móveis, de acordo com o vice-presidente Executivo e Gerente Geral das Unidades de Negócios de Consumidores, Móvel e Pequenas Empresas da McAfee, Todd Gebhart, é a perda ou extravio das informações armazenadas nos aparelhos em caso de perda ou roubo do dispositivo.

O chamado McAfee WaveSecure, já utilizado por mais de um milhão de consumidores de acordo com a própria McAfee, permite não apenas distinguir o que são as informações de uso pessoal das profissionais, mas também bloquear as informações em caso de perda ou roubo do aparelho e também armazenar e recuperá-las em um aparelho novo no caso da perda do celular ou smartphone.

"Como usuário, quero usar o aparelho para fins profissionais, mas não que a empresa em que eu trabalho possa ter acessoa a minhas informações pessoais. Como um empregado, quero dar aos meus empregadores as informações, mas tenho que assegurar que as informações pessoais permaneçam sendo pessoais", explica. De acordo com o executivo, com o antivírus os usuários podem ainda localizar o aparelho ou dispositivo perdido por um sistema de alarme e rastreamento de localização.

A IDC ainda finaliza o levantamento sobre os acessos móveis, mas acredita que até o final de 2010, pela primeira vez, mais de 20% de todos os dispositivos tornaram-se dispositivos móveis convergentes. Em 2009, 15% de todos os dispositivos comercializados eram dispositivos móveis convergentes.