Brasil testa microchips em árvores para combater a extração ilegal de madeiras

Uma forma inovadora para o combate ao desmatamento está utilizada pelo Brasil, na Floresta Amazônica. A técnica permite que árvores recebam um microchip para armazenar informações que dizem respeito à localização, tamanho e situação da espécie.

Ainda testado em em uma área reservada, o projeto Ação Verde é coordenado pelo engenheiro florestal Paulo Borges. Nele, o profissional armazena dados de diversas árvores da espécie Carandá numa fazenda localizada no norte do país.

O chip informa por exemplo, se uma árvore foi cortada e quando ocorreu o fato. As autoridades são florestais serão atualizadas se há alguma prática ilegal da extração da madeira.

Atividades parecidas já foram testadas na Bolívia e na Nigéria e obtiveram resultados positivos, onde foram localizados possíveis locais de extração ilegal de madeira.  Um ponto negativo do projeto está justamente no custo, que ainda é muito alto, devido ao tamanho da floresta amazônica.