Doutores da Alegria levam folia do carnaval a hospitais públicos do Rio de Janeiro

A partir do dia 14/02 (terça-feira), o Doutores da Alegria levarão alegria e muita música de carnaval a seis hospitais públicos do Rio de Janeiro. O bloco Seringa Solta vai desfilar pelos corredores dos hospitais tocando e cantando marchinhas de carnaval para pacientes e funcionários. Sucessos como Abre alas, Saca rolhas, Mamãe eu quero e Clarins estão no repertório.

“O carnaval é uma festa tradicional no Rio, e muitas vezes os pacientes estão fazendo tratamentos que duram semanas, meses, sendo o bloco o único contato com o evento.”, disse Silvia Contar, Coordenadora do Doutores da Alegria no Rio de Janeiro. O cortejo do Seringa Solta integra o projeto Plateias Hospitalares e é formado por atores do grupo Conexão do Bem e músicos convidados da Orquestra Voadora e da Sinfônica Ambulante. Há 25 anos, o Doutores da Alegria utilizam a arte do palhaço para inspirar as relações humanas no cotidiano hospitalar.

Implantado em 2009 no Rio de Janeiro, o projeto Plateias Hospitalares promove mensalmente apresentações artísticas em hospitais públicos do Rio Janeiro, num trabalho em parceria com as secretarias estadual e municipal de Saúde. Até o momento, já foram realizadas mais de 380 apresentações, envolvendo mais de 300 artistas e um público de cerca de 70 mil pessoas.

Programação do Seringa Solta

14/02 (terça) – 14h – Hospital Estadual Azevedo Lima (emergência) – Niterói

15/02 (quarta) – 14h – Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (emergência) – Duque de Caxias

16/02 (quinta) – 14h – Hospital Estadual Eduardo Rabello (geriatria) – Campo Grande

20/02 (segunda) – 14h – Hospital Estadual Alberto Torres (emergência) – São Gonçalo

21/02 (terça) – 14h - Hospital da Mulher Heloneida Studart – São João de Meriti 

22/02 (quarta) – 14h – Hospital Municipal da Piedade – (geral) – Piedade

Sobre Doutores da Alegria 

Doutores da Alegria é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que utiliza a arte do palhaço para intervir junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social nos hospitais públicos e em ambientes adversos. Fundada por Wellington Nogueira em 1991, a associação já realizou mais de um milhão de visitas a adultos e crianças hospitalizadas, seus acompanhantes e profissionais de saúde. O trabalho é gratuito para os hospitais e mantido por doações de empresas e de pessoas.