Português diz que versão da Fifa sobre gesso de Drogba é "falsa"

Portal Terra

JOHANNESBURGO - A participação de Didier Drogba com um gesso no braço na partida entre Costa do Marfim e Portugal, válida pelo Grupo G da Copa do Mundo, segue causando polêmica. O diretor técnico da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Carlos Godinho, reafirmou que ninguém da entidade aprovou a utilização de uma proteção por parte do atacante.

Antes do jogo disputado na terça-feira, a Fifa havia informado que tanto o árbitro Jorge Larrionda quanto Portugal permitiram que Drogba atuasse com um gesso. Em entrevista ao diário A Bola, porém, Godinho disse que apenas o juiz tomou a decisão de liberar o jogador marfinense.

A declaração do dirigente português foi uma resposta direta ao porta-voz da Fifa, Nicolas Maingot, que na quarta-feira ratificou que a seleção europeia também havia "aceitado" a proteção do jogador do Chelsea. Segundo Godinho, essa versão é "falsa".

Na terça, o técnico de Portugal, Carlos Queiroz, concedeu entrevista logo depois do empate por 0 a 0, causando a primeira polêmica com a Fifa: ''regras que são antecipadamente apresentadas à equipe não foram cumpridas. Dizem que não se pode ter um fio de corda no corpo e o jogador aparece com uma proteção. Põe em risco os jogadores portugueses'', disse.