Assim, desafiou a Europa a permitir uma competição livre e justa para o posto. Países do G-24, entre eles o Brasil, já tinham se pronunciado contra a tradicional divisão de nomeações para o FMI e o Banco Mundial (Bird) entre EUA e UE e defenderam um processo mais transparente.
Em um surpreendente comunicado, Moscou anunciou a nomeação do ex-diretor do Banco Central tcheco Josef Tosovsky para competir com o ex-ministro francês de Economia, Dominique Strauss-Kahn, apoiado pela UE.
"Por isso escolhemos apresentar um candidato alternativo", completou.
Segundo uma regra tácita, os Estados Unidos designam sempre o presidente do Banco Mundial e a UE escolhe o diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI).
No mês passado, o grupo formado por 24 países em desenvolvimento, entre eles Brasil, China e Índia, protestou contra a divisão de cargos entre a UE e os EUA e pediu "um processo de seleção transparente".
As informações são da AFP.