Heloisa Tolipan

Heloisa Tolipangentejb.com.br

continua

Pela manhã,recebi umcomunicado dizendo que

Carlos Tufvesson

decidiu “depois de mais de 15 anos atuando ativamente no mercado brasileirodemoda,mudar amaneiradetra- balho”. Ele lançará em sua loja de Ipanema a linha Emporio Tufvesson,disponível até de- zembro, com preços de R$ 300 a R$ 800. Quan- doliguei paraTufvesson,eleestava àsvoltas com a bagagem para a viagem a Amsterdam, na companhia de

André Piva

. “Estou em um outro momento da vida, ciente que sou um artista e não um empresário, função tão carente no mer- cado nacional. Cheguei a ter 80 funcionários e asobrigações mercadológicasengessarama minha criatividade. Hoje, quero desafios di- ferentes,comoaceitar osprojetosdeconsul- toria que me chegam às mãos, estes sim focados apenas em minha energia criativa”. E quais os projetos agora? Pretende se engajar na polí- tica? “Vou criar uma linha de móveis, lingerie e roupaspara grande distribuição.Quanto à política... A minha verdade não combina com essa política que está por aí, portanto, continuo engajado em causas sociais, esperando a ver- dadeira mudança nesse campo”.

Nós adoramos ver que as marcas brasileiras estão cruzando as fronteiras geográficas da moda e sendo reconhecidas no exterior. Um exemplo foi a vitória da carioca Farm no

Global Fashion Awards

, premiação idealizada pelo portal

WGSN

, que aconteceu, anteontem, em Nova York. Dentre os jurados presentes no hotel

Waldorf Astoria

, estava

Marcelo Castelão

, presidente da empresa têxtil brasileira La Estampa. A Farm concorria ao prêmio de Melhor Experiência com o Cliente, com atambém brasileiraMelissa. Entreos indicadosem outras categoriasestavam Animale, como Timede Design Mais Influente; NK Store, comoMelhor Mix de Marcas; e MCD, como Melhor Campanha de Marketing.

O quadrinista

André Dahmer

, conhe- cido pelas sarcásticas tirasda série

Os malvados

, resolveu reuniras melhores recordações nolivro

Ninguém muda ninguém

,lançado, anteontem,noBo- teco Salvação. Com uma pegada dife- rente dotrabalho costumeiro,André define a publicação como uma “edição doautor”,tantoque elecriouàmão cada uma das 600 capas. “A ideia surgiu da afirmação davontade de desenhar. Há dois anos, o argentino

Liniers

pintou cinco mil capas e, em algumas, dava pa- ra percebero cansaço notraço. Como queria fazer com carinho, optei por essa tiragem menor”. O livro surgiu quando André entregou para a editora uma sa- lada depoesias, pinturase cartasque guardava há anos. “Cartas de ami- gos, ex-namoradas, aqueles dese- nhos que você faz falando ao te- lefone,sabe? Eunão meenver- gonho, mas fiquei preocupado de como aspessoasiriam receber,sefalariam que era melhor eu ter ficado quieto, de- senhando. Não tenho a pretensão de vi- rarescritor”.Se Andrépretendedes- cansardepoisda maratonadeilustra- ções? “Eu não! Já assinei três livros com uma editora portuguesa para lançar até o final de 2011. Um é sobre quadrinhos dos anos 10 e ooutro se chama

Como escravizar um homem bom

, um livro para mulheres”.Emtempo: Andréseráo convidado do evento

Caneta, lente e pin- cel

, dia 17, no sebo

Baratos da Ribei

ro

.

Mudanças!

CPDoc JBRudy Trindade

Malvado? Nem tanto

É coisa nossa

Nova York – Divulgação