Preservar é viver

composto de palestras que discu- tem o tema. Vale lembrar que o pro- cesso de resgate deimagens não é nada fácil. –NoArquivo Nacional,étudocli- matizado – explicaa organizadora, TífaniAlbuquerque.–S e alguém es- tá lá dentro e a temperatura aumenta em um grau apenas, um alarme dis- para para que chequem o que está acontecendo. Um dos convidados é Luiz Sérgio Lima e Silva, que dá palestra quin- ta-feira, apresentando o livro

TV Tu- pi – Uma viagem afetiva

, de sua au- toria. Aobra é um recorteda his- tória da emissora entre 1951 e 1980, com entrevistas de 20 personalida- des, como Fernanda Montenegro, Bibi Ferreira e Sergio Britto. – O livro é uma viagem pela história da TV Tupi, e uma viagem bastante emocionante que poucos aqui no Rio conhecem de fato – declara o autor. O seminário tem entre os obje- tivos democratizar a memória au- d i ov i s u a l . – O mais importanteé mostrar às pessoas queexiste umamemória imensa que corre o risco de ser per- dida, e nãopodemos deixar isso acontecer –exalta Tífani.– Sepre- servamos agora, pode ser que no fu- turo nossos filhos e netos possam co- nhecê-la também.

Veja a programação completa em www.ar quivonacional.gov.br.

POPULARIDADE

– O programa ‘A grande reportagem’ garantiu o sucesso de David NasserArquivo Diário da Noite/JCom/D.A Press

AMBIENTAÇÃO

– Aspecto interno de um dos estúdios da TV Tupi, na Urca, em 1966

ESTREIA

– Primeira apresentação do programa ‘A grande reportagem de David Nasser’, no Supershow da TV Tupi, em 1959