pequeno grande plano

-->CRÍTICA -->|SHOW -->555-->Pequeno grandeshow-->ESQUISITÃO -->– O vocal “chorado” de J. MascisPela primeira vez no Brasil, o r ock indie do Dinosaur Jr lava a alma de seu séquito de fãs-->Carlos Eduar do Oliveira-->ESPECIAL P ARA O JORNAL DO BRASIL, DE SÃO P AULO-->F risson na mídia, estádios lo - tados, ing r essos esgotados, fes - ti v ais alternati v os, cor por ati v os etc. A tempor a da de sho w s in - ternacionais talv ez n unca tenha tido uma e b ulição no país como a atual onda que v arr e o se - gundo semestr e d e 2010. Na contr amão o Dinosaur Jr ., ícone do r o c k independente dos anos 90, c hega sem m u ito alar de par a um pequeno tour p or Salv ador , Recife e São P aulo . Na noite de anteontem, cer ca de 500 felizar dos lotar am o Co - mitê Clube, bar -balada do in - censado “baixo A ugusta”, em São P aulo , par a 90 min utos há m uito aguar dados – o DJ n unca vier a ao país antes. Criado em 1984 em Amherts, Massac hu - setts, pelo compositor , cantor e v ocalista J . Mascis e seu fiel es - cudeir o , o baixista Lou Bar lo w , o g rupo g ravo u álbuns seminais ( -->Bug -->e -->Gr een mind -->são clássicos), tornando-se icônico no r oc k al - ternati v o dos anos 80 e 90 g r aças a seu estilo originalíssimo em que sobr essaem, além das le - tr as, o peculiar v ocal “c hor ado” de Mascis e sua “pegada” dis - tor cida na guitarr a. Não ficar am “g r andes” ou f amosos como os contemporâneos Pixies e Sonic Y outh, por e xemplo . Mas, dé - cadas depois, sua r eputação contin ua ina balada. Recente - mente, o trio r etomou a f orma - ção original, com o baterista Emmet Mur ph. Em 2009, o pri - meir o CD de inéditas ( -->Farm -->), após 12 anos sem g rava r , é c o n - sider ado um dos g r andes do ano e r eacende sua importância. Eis que a longa ca beleir a g ri - salha de Mascis sur ge no escur o do palco – é a senha par a a histeria da plateia. -->Thumb -->, de Gr een Mind, a br e o sho w . O som está embolado , e vê-se que não houv e passagem de som. Mas o público par ece não ligar . A brin - cadeir a fica melhor lo go que o som “encaixa”. Está lá a sono - ridade crua e, no bom sentido , suja, que fez a f ama da banda. E, clar o , o c hor amingo cantado de seu mentor , mar ca r egistr ada. À guitarr a, Mascis a busa de dela ys e r e v erbs, e xatamente como nos discos. Em -->Imagination -->ele v a às altur as um solo genial. Ao longo do sho w , não disse sequer um obrigado , mas o baixista Lou Bar lo w f az a social com os fãs. Os clássicos não demor am a c hegar: -->Out ther e -->, -->F eel the pain -->, -->Wagon -->e -->F r eak scene -->são entoadas em co - r o . O bis v em com o sensacional co v er de T h e Cur e, -->J u st like hea - ven -->, aceler ado , e a seguir -->Forget the swan -->, lisér gica, barulheir a da boa. O som não esta v a per - feito , Mascis não é simpático , e a banda de v e até par ar lo go , já que as audiências na Eur opa e nos EU A r ar eiam. Ainda assim, o D J la v ou a alma d e seu pe - queno e fiel séquito br asileir o .