Amado e essencial

-->“Em seus r omances, den unciou com firmeza o que os poder osos f az em do m undo . Descr e v eu, como vido , o desampar o dos po- br es, mas os sa bia capaz es de iluminar os dias difíceis com a beleza e a aleg ria. P or isso e por que n unca se a bateu a sua cr ença na criatur a humana, sai-se de quase todos os seus li vr os de ca beça alta e, m uitas v ez es, com o cor ação , mais do que cur ado , feliz”. A citação é do acadêmico Al- berto da Costa e Silv a, que se- lecionou e pr ef aciou -->J orge Ama- do essencial -->, v olume da segunda le v a de clássicos que a P en- guin-Companhia das Letr as manda par a as li vr arias na pró- xima quarta-feir a. O li vr o tr az o te xto completo da no v ela -->A m orte e a m orte de Quincas Berro D’água -->, por m u i- tos consider ada a mais perfeita criação de J or ge Amado , além de tr ec hos de outr os li vr os im- portantes: os r omances -->J ubia - bá -->; -->Capitães de ar eia -->; -->Gabriela, cr a vo e canela -->; -->Dona Flor e seus dois maridos -->; -->T enda dos Mila- gres -->; -->T ocaia gr ande -->. O v olume inclui ainda r epor- tagens e contos que r e v elam um lado menos conhecido do escritor baiano . É m uito sa bo- r oso o perfil de Pr ado V ala- dar es, pr ofessor da F aculdade de Medicina da Bahia, que ti- nha horr or ao galicismo . P ar a ele, galoc ha de via c hamar -se -->a n hy d r i o i d i t h e c a s -->.-->CPDoc do Jor nal do Brasil